Jetbrains

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by Jetbrains

Developer tools and IDE manufacturer, including IntelliJ IDEA, PyCharm, and WebStorm.

Vendor
Jetbrains
Website
Not available
Category
Developer Tools
Department
General

Solution Overview

JetBrains develops language-specific IDEs, including IntelliJ IDEA for Java and Kotlin, PyCharm for Python, WebStorm for JavaScript, and Rider for .NET, as well as the AI assistant and the TeamCity continuous integration server. Licenses are sold per product or as the All Products pack, per the official jetbrains.com website.

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Frequently Asked Questions

JetBrains is the maker of IDEs and developer tools, such as IntelliJ IDEA, PyCharm, and WebStorm, per the official jetbrains.com website. In Nexforce Marketplace reviews, users discuss using the tools for coding, automation, and integrations.

As of August 2026, JetBrains products have 72 reviews published on Nexforce Marketplace, with an average rating of 4.9 out of 5. Recurring topics are code work, automation, and integrations.

Price varies by product and number of licenses. Through Nexforce, purchasing is quoted and billed in BRL with a Nota Fiscal (Brazilian tax invoice).

Through Nexforce Marketplace: the quote, requested on the product page, lists JetBrains products and number of licenses. Invoice is issued in BRL with a Nota Fiscal (Brazilian tax invoice), and Nexforce handles import taxes.

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Solution Reviews

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Top Reviews

JetBrains é bom mesmo? Nota 5 de quem usa

A pergunta se a JetBrains vale a pena é respondida facilmente pela qualidade técnica das suas ferramentas. Na minha experiência, a suíte é indispensável para quem busca produtividade máxima. O suporte ao Kotlin no IntelliJ IDEA é imbatível, e o preenchimento inteligente de código é tão preciso que reduz drasticamente a curva de aprendizado. Para mim, a JetBrains não é apenas um conjunto de editores, mas um ecossistema que realmente entende as necessidades do desenvolvedor moderno. Como o ecossistema da JetBrains supera editores como o VSCode Eu sempre fui um entusiasta da personalização extrema, tendo passado anos utilizando apenas o Vim e o Emacs para programar. No entanto, desde 2020, a JetBrains conquistou meu fluxo de trabalho de forma definitiva. Enquanto o VSCode oferece uma experiência de desenvolvimento remoto interessante, eu sempre sinto falta da profundidade que encontro nas IDEs da JetBrains. Elas configuram automaticamente aspectos técnicos do ambiente que eu nem sequer consideraria ajustar manualmente, o que me economiza horas de configuração de ambiente e resolução de problemas de compatibilidade. A grande diferença que percebi é que a JetBrains entrega uma solução completa fora da caixa. As sugestões de código e as correções automáticas são contextuais e extremamente úteis, agindo quase como um par de programação silencioso que conhece o projeto tão bem quanto eu. Ao contrário de outros editores mais leves que exigem uma tonelada de plugins para se tornarem funcionais, as ferramentas da JetBrains já vêm com um sistema de controle de versão integrado e uma visão de estrutura de projeto que, por si só, já valem o investimento. É essa robustez que faz com que, mesmo após anos de terminal, eu sempre retorne ao conforto e à eficácia dessas IDEs. Por que a JetBrains é a melhor escolha para desenvolvimento com Unity Um dos pontos que mais me impressionou ao longo dos anos foi a estabilidade da suíte ao trabalhar com motores gráficos complexos. O debugger integrado da JetBrains, especialmente em projetos com Unity, é simplesmente fantástico. Diferente de outros ambientes de desenvolvimento que travam ou apresentam lentidão extrema ao depurar scripts C#, a experiência com a JetBrains é fluida e constante. Isso permite que eu mantenha o foco na lógica do jogo em vez de lutar contra a própria ferramenta de trabalho, o que é um diferencial competitivo enorme para quem atua no desenvolvimento de jogos. Além da performance, a organização visual do código e a facilidade de navegação entre diferentes classes e métodos tornam o processo de refatoração muito mais seguro. Posso realizar mudanças estruturais em grandes bases de código com a confiança de que a IDE entende as dependências e me avisará sobre qualquer quebra de funcionalidade. Essa sensação de segurança, combinada com uma performance que não sacrifica os recursos do meu computador, reafirma para mim que a JetBrains vale a pena, independentemente da complexidade do projeto em que estou trabalhando. Eles criaram soluções de alta performance que realmente respeitam o tempo do desenvolvedor. Considero a JetBrains uma empresa excepcional que coloca eu no centro do seu design. A experiência de usuário é pensada para reduzir o atrito e aumentar a velocidade de entrega, algo que se reflete em cada atualização das suas ferramentas. Se você busca uma IDE que não apenas escreve código, mas que evolui com você, esta é a escolha certa.

GG
Giorgio Garofalo·Apr 25, 2026·via Product Hunt
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JetBrains é bom? Review sem patrocínio

A pergunta se o ecossistema JetBrains vale a pena é constante entre desenvolvedores, e minha experiência de anos confirma que sim, é um investimento que se paga em produtividade. Desde 2020, a inteligência da conclusão de código e a profundidade das ferramentas de inspeção transformaram meu fluxo de trabalho. Diferente de outros editores, a suíte configura automaticamente aspectos complexos do projeto, permitindo que eu foque na lógica em vez de perder tempo com configurações manuais exaustivas. Como a inteligência da JetBrains supera outros editores de código Minha transição para o JetBrains não foi por acaso. Após passar dois anos usando exclusivamente Vim e três anos dedicado ao Emacs, eu buscava algo que mantivesse a agilidade, mas com uma camada extra de inteligência. O que me conquistou foi a forma como o IDE antecipa minhas necessidades. Quando estou escrevendo, as sugestões de código são tão precisas que parecem ler minha mente, permitindo que eu trabalhe com linguagens que não domino totalmente com uma curva de aprendizado muito reduzida. Comparando com o VSCode, que também utilizei para desenvolvimento remoto, sinto uma diferença gritante na estabilidade e na configuração automática. O VSCode é excelente, mas o JetBrains cuida de detalhes estruturais do projeto que eu sequer teria pensado em configurar por conta própria. Essa proatividade da ferramenta cria um ambiente robusto onde o erro humano é minimizado. Sinto que tenho um parceiro de programação que organiza a estrutura dos arquivos e gerencia o versionamento de forma muito mais coesa, sem a necessidade de instalar dezenas de extensões que, muitas vezes, con flitam entre si ou consomem recursos desnecessários da máquina. A experiência superior de debugging com Unity e performance O ponto decisivo para mim, especialmente trabalhando com desenvolvimento de jogos, é a integração com Unity. Em outras IDEs, frequentemente enfrentei travamentos irritantes durante sessões de depuração, o que interrompe completamente o estado de fluxo. Com o JetBrains, o debugger funciona de maneira fluida e estável, permitindo que eu inspecione variáveis e rastreie bugs complexos em tempo real sem qualquer engasgo. Essa estabilidade técnica é o que realmente torna a suíte uma ferramenta indispensável para profissionais. Além da parte técnica, a performance geral do software é notável. Mesmo em projetos grandes e complexos, o IDE permanece responsivo e organizado. As ferramentas de refatoração, a interface de controle de versão integrada e os avisos constantes de melhoria de código tornam o processo de desenvolvimento algo muito mais prazeroso. Não se trata apenas de escrever código mais rápido, mas de escrever um código mais limpo e mantível, com dicas úteis que surgem exatamente quando preciso, sem poluir a tela ou distrair minha atenção do que realmente importa no momento da codificação. A conclusão é que a JetBrains oferece soluções de altíssima performance que elevam o padrão de qualquer desenvolvedor. Se você valoriza ferramentas que economizam tempo e reduzem o estresse técnico, verá rapidamente que todo o investimento retorna em forma de entregas mais sólidas e um fluxo de trabalho muito mais profissional.

A
Alf·Apr 1, 2026·via Product Hunt
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O que é JetBrains? Prós e contras vividos

Para nossa equipe, o JetBrains vale a pena porque transformou completamente a forma como desenvolvemos produtos de alta performance. Como utilizamos esse conjunto de IDEs como nossa ferramenta principal para todos os projetos da Dadroit, posso afirmar com convicção que o ganho em produtividade é inegável. A inteligência profunda de código e as ferramentas integradas oferecem uma experiência que facilita o desenvolvimento de aplicações críticas, onde cada milissegundo de execução realmente faz toda a diferença para eu final. Como a inteligência de código do JetBrains otimiza nossa performance Quando trabalhamos em aplicações complexas, como o V Web, não podemos nos dar ao luxo de perder tempo com erros triviais ou refatorações manuais que poderiam ser automatizadas. A inteligência artificial do JetBrains entende o contexto do nosso código de uma maneira que outras ferramentas simplesmente não conseguem acompanhar. Isso significa que, enquanto escrevemos, o ambiente já sugere as melhores práticas e aponta potenciais gargalos que poderiam comprometer a velocidade da aplicação. Essa proatividade é o que nos permite manter o foco na lógica do negócio. Além disso, a estabilidade das IDEs da JetBrains é um fator decisivo. Em projetos de grande escala, qualquer instabilidade no ambiente de desenvolvimento pode custar horas de progresso. Com o JetBrains, sentimos que temos um parceiro robusto que lida muito bem com bases de código extensas e cheias de dependências. O sistema de indexação é rápido e raramente nos deixa na mão, mesmo quando estamos lidando com múltiplos módulos simultaneamente. Para quem busca um ambiente profissional que realmente eleva o patamar da engenharia de software, essa é a escolha definitiva e o investimento certamente se paga em pouco tempo. Por que as ferramentas de refatoração são essenciais no dia a dia Um dos maiores diferenciais que percebemos é a capacidade de refatoração que o ecossistema JetBrains oferece. Realizar alterações estruturais em um código legado ou em um projeto complexo costumava ser um pesadelo de bugs e quebras inesperadas. Hoje, com os atalhos e as sugestões inteligentes, realizamos mudanças profundas na arquitetura com apenas alguns cliques, mantendo a integridade do sistema. Isso nos dá a confiança necessária para evoluir o produto continuamente sem medo de introduzir falhas críticas que poderiam impactar a experiência de quem utiliza nossas soluções. Para nossa equipe, o conjunto de ferramentas integradas elimina a necessidade de alternar constantemente entre diferentes softwares. Tudo o que precisamos, desde o controle de versão até o depurador de performance, está centralizado. Essa fluidez de trabalho reduz a carga cognitiva, permitindo que nós entrem no estado de flow muito mais rápido. Quando avaliamos o custo-benefício de manter nossa stack toda dentro dessas IDEs, percebemos que a curva de aprendizado inicial é rapidamente compensada pela eficiência operacional que ganhamos em cada sprint que entregamos. No saldo final, se você busca uma ferramenta que realmente entenda o seu código e ajude a manter a alta performance, o JetBrains é o investimento certo. Para nós, na Dadroit, ele é o motor que impulsiona a qualidade técnica de tudo o que entregamos, garantindo que nossas aplicações permaneçam rápidas e escaláveis, independentemente da complexidade dos novos recursos que decidimos implementar.

P
Peter·Mar 18, 2026·via Product Hunt
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Learn about Developer Tools
01

What is developer tools software?

Developer tools software covers everything engineers use to design, build, test, ship, and operate code. The category spans IDEs and editors, version control, CI/CD pipelines, API tooling, testing frameworks, code quality scanners, observability, and the rapidly growing class of AI assistants that write, review, and refactor code alongside human developers. The modern stack is layered. At the bottom sit the editor and the version control system. On top of that, the build, test, and deploy pipeline. Above that, the runtime observability and incident tooling. AI now threads through every layer — suggesting code, explaining test failures, triaging incidents, generating documentation. Developer productivity is increasingly the strategic differentiator behind product velocity.

02

Why invest in developer tools?

Three forces push organizations to invest seriously in their dev stack: • Engineering time is the most expensive line item. Tooling that saves an hour per developer per day pays for itself many times over. Tooling that creates friction wastes a comparable amount. • Quality compounds. Bugs caught at commit cost a fraction of bugs caught in production. Investment in linting, testing, and review tooling pays back across the lifetime of every line of code. • AI changes the productivity curve. AI coding assistants have shifted developer output meaningfully. Teams using them well ship faster and reallocate human attention to higher-value work.

03

Key features

The capabilities that define a modern developer tools stack group into eight areas: Editors and IDEs • Multi-language support with intelligent autocomplete • Refactoring tools and code navigation • Integrated debugging and profiling • Extension ecosystems • Remote development environments Version control and collaboration • Distributed source control (Git is the universal standard) • Pull request workflows with review and approval • Code search and ownership • Branch protection and merge policies CI/CD • Pipeline definition as code • Parallelization and matrix builds • Caching of dependencies and intermediate artifacts • Deployment strategies (canary, blue-green, rolling) • Secrets and environment management API tooling • API design and documentation • Mock servers and contract testing • API gateways and management • SDK generation from specs Testing • Unit, integration, and end-to-end test frameworks • Snapshot and visual regression testing • Load and performance testing • Test data management • Flaky test detection Code quality • Static analysis and linting • Type checking • Security and dependency scanning • Code review automation • Coverage tracking Observability and incident tooling • Logs, metrics, traces, and profiles • Error tracking and stack trace aggregation • Incident management and on-call rotation • Postmortem and learning tooling AI for development • Inline code completion • Chat-based coding assistance • Test generation and explanation • Code review and security suggestion • Autonomous agents that complete bounded tasks

04

Benefits

Teams that invest in developer tools report three durable outcomes: • Higher throughput. Faster build, faster deploy, faster review — each step compounds into more features per cycle. • Fewer production incidents. Quality tooling catches problems before they reach customers, lowering both the rate and severity of incidents. • Better retention. Developers stay where the tools respect their time. A great stack is a recruiting and retention asset.

05

Who uses developer tools?

• Software engineers — daily users of editor, version control, CI, and testing • DevOps and platform engineers — operating the pipeline and infrastructure • Site reliability engineers — observability, incident response, postmortem • Engineering managers — measuring throughput, quality, and team health • Security engineers — supply chain security, vulnerability management • Technical writers — API docs, internal documentation, code samples • Product managers — viewing roadmap, work-in-progress, and shipping cadence

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How to choose developer tools

Tools have switching costs that compound — switching CI vendors midstream is much harder than choosing one upfront. Evaluate against these criteria: 1. Developer experience first A tool is only valuable when developers use it well. Test with actual engineers on real workflows. A "powerful" tool with poor ergonomics gets bypassed. 2. Integration into the existing stack Best-of-breed tools require integration work. Confirm the tool plays well with your version control, identity provider, ticketing system, and observability stack. 3. Performance under your scale Tools that are fast on a small repo can crawl on a monorepo. Test against repositories of your actual size, not demo projects. 4. AI capabilities AI is now a baseline expectation in many dev tools. Confirm what AI features exist, what models power them, and what data the vendor sees during use. 5. Cost model Per-seat pricing, per-build pricing, per-minute pricing, and storage all stack. Model the cost against realistic usage patterns including peak load. 6. Open source and exit cost Open source tools or tools with open standards reduce switching cost. Proprietary tools with proprietary formats create lock-in that grows with usage. 7. Security and supply chain Dev tools have privileged access to source code and production systems. The vendor's security posture, audit certifications, and breach history matter.

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Implementation considerations

• Default to opinionated paths. Maximum flexibility produces inconsistency. A small set of strong defaults speeds onboarding and reduces operational drag. • Invest in the inner loop. The minute-by-minute editor-test-commit cycle dominates total productivity. Speed it up and everything else benefits. • Measure what matters. Lead time for changes, deployment frequency, change failure rate, and time to restore are the classic four. Vanity metrics like commit count mislead. • Centralize ownership without centralizing control. A platform team should own the tools and patterns; individual teams should choose how to use them. • Audit AI usage. When developers use AI assistants, the data they expose matters. Establish policy on what code is allowed in third-party AI tools.

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Pricing models

Developer tools typically use one of these: • Per developer / per seat — most common for editors, code hosting, code quality tools • Per build minute / per compute hour — for CI and managed build infrastructure • Per request / per API call — for API gateways and dev experience platforms • Per repository / per project — for some hosting and analysis tools • Tiered by capability — open core models with paid enterprise tiers Hidden costs surface in storage, egress, and the cost of running self-hosted runners.

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Trends shaping developer tools in 2026

• AI pair programming as default. AI coding assistants have moved from optional to expected. The question is now which model, what data exposure, and how deeply integrated. • Coding agents. The shift from inline completion to autonomous agents that implement entire tickets is happening fast. The agent works in a sandbox, opens a PR, and the human reviews. • Dev experience platforms. Internal developer platforms (IDPs) abstract infrastructure complexity from app teams via self-service portals. • Security shifted further left. SAST, SBOM analysis, secret scanning, and dependency review all run earlier in the cycle — at commit, not at deploy. • Open source supply chain scrutiny. Following several major incidents, organizations track the dependencies they pull in with the same rigor as the code they write.

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Frequently asked questions

What is CI/CD? Continuous integration (CI) is the practice of merging code changes frequently into a shared branch, with automated tests verifying each merge. Continuous deployment (CD) extends that to automatically deploying passing builds to production. Together they form the backbone of modern release engineering. What is the difference between an IDE and an editor? An IDE bundles editing, debugging, building, and project management into one application. An editor focuses on editing and relies on external tools for the rest. The line has blurred — modern editors with plugins do most of what an IDE does. What is a monorepo? A monorepo holds multiple projects in a single source control repository. The opposite is a polyrepo, where each project has its own repo. Monorepos simplify cross-project changes; polyrepos simplify per-project ownership. Do AI coding assistants make developers obsolete? No. They shift the work. Developers using AI well spend less time on boilerplate and more time on design, review, integration, and edge-case handling. Demand for software still outstrips supply. What is DevOps? DevOps is the practice of integrating software development and operations, with the goal of shortening the release cycle and improving reliability. It is as much a cultural shift as a tooling category — though the tooling has matured into a recognizable category in its own right. What is shift-left? Shift-left is the principle of moving concerns — testing, security, accessibility, performance — earlier in the development cycle, where they cost less to address. Modern dev stacks integrate these checks at commit and PR time rather than waiting for QA or production. How do I measure developer productivity? The DORA metrics (lead time for changes, deployment frequency, change failure rate, time to restore) are the most widely used. They focus on outcomes rather than activity, avoiding the trap of measuring commits or lines of code. ---

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