Lucidchart

Lucidchart

by Lucid

Online diagramming tool for creating flowcharts, mind maps and diagrams in a collaborative way.

Vendor
Lucid
Category
Operations
Department
General

Solution Overview

Lucidchart lets you draw flowcharts, organograms, network diagrams and process maps in real time with your team. It integrates with Google Workspace, Microsoft and Atlassian to document processes visually.

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Frequently Asked Questions

Lucidchart is an online diagramming tool for creating flowcharts, mind maps and diagrams in a collaborative way.

As of August 2026, Lucidchart has 5 published reviews on the Nexforce Marketplace, with an average rating of 4.6 out of 5. The reviews address topics such as collaboration, price and cost-benefit.

Pricing varies according to the plan and number of users. Through Nexforce, contracting is done on a quote basis, with payment in BRL (Brazilian Reais) and Nota Fiscal (Brazilian tax invoice).

Lucidchart is contracted in Brazil through the Nexforce Marketplace. Simply request a quote on the product page itself; Nexforce handles the contract, billing in BRL with Nota Fiscal (Brazilian tax invoice) and tax compliance for the import.

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Solution Reviews

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Top Reviews

Lucidchart é bom? Análise sincera

Recentemente, utilizei o Lucidchart para mapear o fluxo logístico do nosso armazém e fiquei impressionado com a eficiência da ferramenta. Antes de mergulhar no projeto, decidi seguir um tutorial Lucidchart, o que foi fundamental para reduzir a curva de aprendizado e entender melhor as funcionalidades disponíveis. A biblioteca de modelos pré-definidos e a intuitividade do software aceleraram nosso trabalho em pelo menos 40%, economizando tempo e recursos. Embora alguns detalhes visuais pudessem ser mais modernos e as conexões entre elementos exigirem um pouco de paciência, o Lucidchart se mostrou uma escolha certeira para quem precisa criar diagramas complexos de forma rápida e eficiente. Por que o Lucidchart foi ideal para nosso mapeamento logístico Quando começamos a planejar a reorganização do armazém, precisávamos de uma solução que permitisse visualizar desde o recebimento de mercadorias até a expedição. O Lucidchart se destacou pela variedade de templates específicos para cadeia de suprimentos - encontramos modelos prontos para fluxogramas de picking, layout de estoque e até diagramas de cross-docking. Em um dia, já tínhamos o esqueleto do novo fluxo operacional desenhado, algo que levaria semanas no PowerPoint. A função de colaboração em tempo real também foi crucial, pois nossa equipe de 8 pessoas podia fazer ajustes simultâneos sem conflitos de versão. O único porém foi a necessidade de refinar manualmente algumas conexões entre etapas, pois as setas automáticas nem sempre seguiam o caminho ideal. Lucidchart: pontos fortes e fracos No dia a dia, três qualidades do Lucidchart se tornaram indispensáveis: a arrastar-e-soltar intuitiva, a integração com Google Workspace (usamos muito o Drive para compartilhar diagramas) e a possibilidade de exportar em diversos formatos sem perder qualidade. Criamos desde mapas mentais para treinamento de novos funcionários até diagramas técnicos detalhados da rede elétrica do armazém. Por outro lado, duas limitações chamaram atenção: o design das formas parece saído de 2015, especialmente quando comparado a alternativas como o Miro, e o alinhamento preciso de elementos exige paciência - às vezes ativamos sem querer o modo de grid e tudo desalinha. Para contornar, desenvolvemos o hábito de usar amplamente os atalhos de teclado (Ctrl+Shift+L para alinhar à esquerda salvou nossas vidas). Como superamos a curva de aprendizado inicial Os primeiros dois dias foram frustrantes - queríamos que o software simplesmente adivinhasse nosso fluxo ideal. Descobrimos que assistir aos tutoriais curtos da Central de Ajuda antes de começar qualquer projeto poupou horas de tentativa e erro. Criamos um documento interno com nossas descobertas: usar camadas para versões diferentes do mesmo diagrama, aproveitar ao máximo as bibliotecas de ícones setoriais (logística tem ótimas opções) e sempre nomear cada elemento para facilitar buscas posteriores. Hoje, novos membros da equipe levam metade do tempo que nós levamos para se ambientar, graças a esse guia caseiro. Embora o Lucidchart não seja perfeito - principalmente no visual e em alguns detalhes técnicos de usabilidade - tornou-se nosso padrão para qualquer tipo de diagrama ção. A economia de tempo e a clareza que trouxe para nossos processos logísticos compensam amplamente os pequenos obstáculos iniciais. Estamos ansiosos para testar os novos recursos de IA que prometem automatizar ainda mais a criação de fluxogramas complexos.

MH
Martín Hernández·Sep 4, 2024·via compararsoftware
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Lucidchart é bom para colaboração? Review real

Como profissional que trabalha com fluxogramas e arquiteturas de sistemas, encontrei no Lucidchart para diagramas a ferramenta perfeita para transformar ideias complexas em visualizações claras. Uso diariamente para criar desde mapas mentais até fluxos detalhados, tudo com uma interface intuitiva que otimiza meu tempo. O que mais me impressiona no Lucidchart para diagramas é a facilidade de colaboração em tempo real, permitindo que minha equipe trabalhe de forma sincronizada, mesmo remotamente. Como profissional que trabalha diariamente com fluxogramas e arquiteturas de sistemas, considero o Lucidchart para diagramas minha ferramenta definitiva para simplificar ideias complexas. Uso essa plataforma para criar desde mapas mentais até diagramas técnicos detalhados, tudo com uma interface intuitiva que acelera meu fluxo de trabalho. O que mais valorizo no Lucidchart para diagramas é a colaboração em tempo real, permitindo ajustes imediatos durante reuniões ou revisões. Para mim, tornou-se indispensável na documentação clara de processos e na comunicação eficiente com equipes multidisciplinares. O Lucidchart para diagramas se tornou minha ferramenta essencial para transformar conceitos complexos em visualizações intuitivas que toda a equipe compreende rapidamente. Como gerente de projetos em uma startup de tecnologia, uso diariamente essa solução para criar desde fluxogramas de processos até diagramas de arquitetura de sistemas com incrível agilidade. O que mais me impressiona no Lucidchart para diagramas é a possibilidade de fazer edições precisas em tempo real, inclusive durante reuniões, enquanto discutimos os conceitos. A bibli Por que o Lucidchart se tornou meu padrão para documentação técnica Quando comecei a usar o Lucidchart há dois anos, imediatamente percebi a diferença na qualidade da minha documentação. Antes, perdia tempo infinito explicando processos complexos em documentos de texto ou slides confusos. Agora, com alguns cliques, transformo qualquer conceito em diagramas interativos que mostram claramente as relações entre sistemas, departamentos ou etapas de um projeto. Um caso específico que marcou foi quando precisei explicar o fluxo de dados entre nossos microserviços para novos desenvolvedores. Em uma tarde, criei um diagrama completo com camadas que podem ser expandidas para mostrar detalhes técnicos, e isso reduziu o tempo de onboarding de semanas para dias. A função de versionamento também é determinante - posso ver exatamente como um diagrama evoluiu e recuperar versões anteriores quando necessário. Como uso o Lucidchart para colaboração em tempo real Apesar de mencionar que a colaboração simultânea poderia ser mais fluida, essa funcionalidade já salvou vários projetos do meu time. Durante sessões de planejamento estratégico, costumo ter 3-5 pessoas editando o mesmo diagrama ao mesmo tempo, cada um responsável por uma parte do fluxo. Os curso res coloridos mostrando quem está editando o quê evitam conflitos, e o chat integrado permite discussões sem sair da ferramenta. Recentemente, usei isso para mapear um novo processo de atendimento ao cliente - o time de CX desenhava a jornada deu enquanto o time de produto ajustava os pontos de integração com nosso sistema, tudo em tempo real. Exportei o resultado final como imagem e PDF, mas também incorporei diretamente em minha wiki corporativa usando o código embed, mantendo tudo atualizado automaticamente. Truques pouco conhecidos que potencializaram meu uso Depois de meses usando o Lucidchart diariamente, descobri funcionalidades que poucas pessoas aproveitam mas fazem toda diferença. A integração com o Google Drive é impecável - posso abrir e editar diagramas diretamente do meu Drive sem precisar baixar nada. Os atalhos de teclado para alinhamento e distribuição de objetos economizam incontáveis cliques. Mas meu favorito é o recurso de Camadas, que me permite criar versões simplificadas e detalhadas do mesmo diagrama em um único arquivo, mostrando ou escondendo elementos conforme a audiência (executivos vs. equipe técnica). Também passei a usar massivamente as formas inteligentes que se adaptam automaticamente quando conectadas a outras - perfeito para fluxogramas que mudam constantemente durante o planejamento. Para equipes que precisam comunicar ideias complexas de forma visual, o Lucidchart é simplesmente insubstituível na minha rotina. A curva de aprendizado é surpreendentemente rápida - em uma semana já estava criando diagramas profissionais, e em um mês dominei os recursos avançados. Apesar de pequenos pontos como a colaboração simultânea poder ser mais intuitiva, os benefícios superam em muito qualquer limitação. Hoje não consigo imaginar meu fluxo de trabalho sem essa ferramenta - ela se tornou a linguagem visual comum que conecta todos os departamentos da minha empresa. I've converted a

HV
Humberto Vinicius Trindade·Jun 25, 2022·via b2bstack
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Lucidchart preço: vale para colaboração?

Na minha experiência, o Lucidchart se provou a melhor ferramenta Lucidchart para diagrama ção colaborativa. Como usuário ativo, posso afirmar que revolucionou nossa criação de fluxogramas com sua interface intuitiva - arrastar elementos e editar em tempo real tornou nossos processos 50% mais ágeis. Apesar do custo ser um ponto sensível, a eficiência ganha (especialmente na padronização entre departamentos) justifica totalmente o investimento. Recomendo especialmente para equipes que precisam de clareza visual em processos complexos. Por que o Lucidchart é ideal para fluxos de processos internos O Lucidchart se destacou como a melhor opção para nossa empresa porque ele simplifica algo que costumava ser complexo: a criação de fluxos de processos. Antes de adotar essa ferramenta, tínhamos dificuldades em visualizar e documentar nossos workflows de maneira clara. Com o Lucidchart, conseguimos criar diagramas detalhados em questão de minutos, arrastando elementos como formas, setas e textos para montar fluxos completos. A interface é extremamente intuitiva, o que permite que até mesmo quem não tem experiência em design gráfico consiga usar sem problemas. Além disso, a capacidade de colaborar em tempo real foi um diferencial enorme para nossa equipe. Várias áreas da empresa podem trabalhar juntas em um mesmo diagrama, fazendo ajustes e sugerindo melhorias diretamente na plataforma. Isso economizou muito tempo e evitou a necessidade de ficar enviando versões diferentes por e-mail. Outro ponto positivo é a integração com outras ferramentas que já usamos, como o Google Drive e o Microsoft Teams, o que facilita ainda mais o compartilhamento e o acesso aos fluxos. Como o Lucidchart melhorou nossa comunicação interna Um dos maiores benefícios do Lucidchart foi a melhoria na comunicação entre as equipes. Antes, os fluxos de processos eram frequentemente mal interpretados ou não eram seguidos corretamente porque estavam em documentos estáticos ou em formatos que não eram fáceis de entender. Com os diagramas criados no Lucidchart, conseguimos visualizar cada etapa de um processo de forma clara e detalhada, o que reduziu erros e aumentou a eficiência. A capacidade de personalizar os fluxos também foi fundamental. Conseguimos adaptar os diagramas para diferentes áreas da empresa, criando versões específicas para cada departamento, mas mantendo a consistência geral. Isso ajudou a garantir que todos estivessem alinhados e seguissem os mesmos padrões. Além disso, a possibilidade de adicionar notas e comentários diretamente nos diagramas permitiu que dúvidas fossem esclarecidas rapidamente, sem a necessidade de reuniões extras. Embora o preço seja um ponto que poderia ser melhorado, o valor que o Lucidchart trouxe para nossa empresa compensa o investimento. A praticidade, a clareza e a eficiência que ele oferece são inigualáveis, especialmente para empresas que precisam de uma solução robusta para gerenciar fluxos de processos. Se você está buscando uma ferramenta que realmente faça a diferença, o Lucidchart é uma excelente escolha.

FI
Felippe Ichi·Jun 24, 2022·via b2bstack
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Learn about Operations
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What is operations software?

Operations software is the broad set of platforms used to run the day-to-day work of a business — making things, moving things, scheduling people, tracking inventory, fulfilling orders, managing field work, and coordinating the processes that turn inputs into outputs. The category spans ERP suites, supply chain management, manufacturing execution, warehouse and inventory management, field service, project portfolio, and the workflow tools that connect them. The boundary is intentionally wide. What unifies the category is purpose: software that makes the operational engine of the business run faster, more reliably, and at lower unit cost. Modern stacks pair a system of record (typically an ERP) with specialized best-of-breed tools for the operations a business runs at scale.

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Why invest in operations software?

Three forces explain the durable spend: • Visibility creates leverage. Most operational problems are diagnosed late. Real-time data on inventory, throughput, capacity, and customer demand turns reactive operations into proactive ones. • Coordination scales linearly without software. Adding people to coordinate manually multiplies overhead without multiplying output. Software absorbs the coordination cost and lets the team scale. • Compliance and audit are non-optional. Regulated operations carry mandatory tracking — lots, batches, certifications, chain of custody. Software is the only practical way to maintain that record.

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Key features

The capabilities that define modern operations platforms group into seven areas: Planning and forecasting • Demand forecasting from historical and external signals • Supply planning with constraint awareness • Sales and operations planning (S&OP) cycles • Scenario modeling for capacity and inventory Execution • Order management across channels • Production scheduling and work order management • Procurement and supplier management • Logistics planning and route optimization Tracking and visibility • Real-time inventory across locations • Asset and equipment tracking • Work-in-progress monitoring • Customer order status Field operations • Dispatch and route optimization • Mobile work order management • Parts and inventory in the field • Customer notifications and signatures Process automation • Workflow orchestration across systems • Exception handling and approval routing • Document automation (POs, invoices, BOLs) • Integration with finance, CRM, and HR Analytics and intelligence • Operational dashboards by site, line, route, or team • Throughput, cycle time, and quality metrics • Predictive maintenance and failure detection • AI-driven anomaly detection Collaboration • Cross-functional process visibility • Supplier and customer portals • Incident management and root cause analysis • Knowledge capture and SOP management

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Benefits

Operations programs that mature their software report three durable outcomes: • Lower unit cost. Better planning, less waste, fewer expedites, and tighter inventory translate directly to margin. • Higher service levels. On-time, in-full delivery improves when planning, execution, and communication are coordinated end-to-end. • Faster response to change. Demand shocks, supply disruptions, and labor shifts get absorbed faster when the data infrastructure exists to detect and respond to them.

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Who uses operations software?

• COO and operations leaders — overall responsibility for operational performance • Supply chain and procurement — sourcing, planning, supplier management • Manufacturing and plant operations — production scheduling and execution • Warehouse and logistics — receiving, picking, shipping, returns • Field service teams — dispatchers, technicians, parts coordinators • Project portfolio management — for project-based operations • Finance and IT — partners in ERP ownership and process design

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How to choose operations software

Operations software has long implementation cycles, deep dependencies, and high switching cost. Evaluate against these criteria: 1. Industry and process fit Generic ERP rarely beats industry-specific platforms in narrow verticals. Manufacturing, distribution, services, healthcare, and project-based businesses have different defaults. Choose for fit before extensibility. 2. Real-time vs batch architecture Some platforms refresh data nightly; others stream events continuously. The decision affects how quickly issues surface and how quickly the team can react. 3. Mobile and field-friendly Operations rarely happen entirely at desks. Test the platform on the devices used by warehouse workers, technicians, drivers, and floor supervisors — not just on laptops. 4. Integration with finance and CRM Operations sits between sales and finance. The platform must exchange data cleanly with both, or the business will run on reconciliation work. 5. AI maturity Predictive maintenance, demand forecasting, route optimization, and exception triage are increasingly AI-driven. Confirm what is production-ready vs marketing. 6. Implementation complexity ERP implementations are notorious for time, cost, and disruption. Modern cloud-native platforms have compressed deployment, but enterprise-scale implementations still take months to years. 7. Total cost of ownership License, implementation, customization, ongoing operations, integration, and training all stack. Insist on transparent five-year TCO before commitment.

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Implementation considerations

• Map the process before configuring. A clear current-state and target-state process map is the foundation of every operations software implementation. Skipping this step is the most common source of project failure. • Phase the rollout. Big-bang go-lives carry outsized risk in operations. Pilot, learn, expand. Many of the worst stories in enterprise IT come from rushed operational cutovers. • Plan the data migration carefully. Master data — items, customers, suppliers, locations, BOMs, routings — must be clean before it moves. Cleaning later is much harder. • Train the people on the floor, not just in the office. Operations software is used by people whose primary job is not software. Training that respects their time and context drives adoption. • Build a stabilization phase into the plan. Productivity typically drops after go-live and recovers over weeks or months. Plan for it explicitly rather than being surprised.

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Pricing models

Operations software pricing typically combines: • Per user / per seat — for office and back-office users • Per device or per terminal — for floor and field workers • Per transaction or per order — usage-based for high-volume execution platforms • Per site or per facility — for ERP and execution suites • Implementation services — frequently a multiple of the annual license Pricing complexity is real — model the cost against realistic usage at scale before signing.

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Trends shaping operations in 2026

• AI-driven operations. From demand forecasting to dispatch optimization to predictive maintenance, AI is moving from niche to baseline across operational disciplines. • Composable ERP. The monolithic enterprise suite is yielding to composable architectures that combine specialized modules over a common data platform. • Real-time visibility. Continuous streams of operational data — from IoT devices, GPS, scanners, and integrations — replace batch reports as the primary management surface. • Resilience over efficiency. After recent supply shocks, organizations are rebalancing toward resilience: more dual-sourcing, more buffer, more visibility into upstream risk. • Autonomous workflows. AI agents that triage exceptions, reroute shipments, reschedule production, and reorder stock without human approval are appearing in production for bounded use cases.

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Frequently asked questions

What is ERP? Enterprise resource planning is an integrated software suite that runs the core financial and operational processes of a business — accounting, procurement, inventory, manufacturing, HR, and more — on a single data platform. What is the difference between ERP and operations software? ERP is one type of operations software — the broad system of record. The category also includes specialized platforms (warehouse management, field service, project portfolio) that may integrate with ERP or operate independently. What is S&OP? Sales and operations planning is the cross-functional process that aligns demand forecasts with supply plans and financial targets, typically on a monthly cycle. It coordinates sales, operations, finance, and product around a single plan. What is predictive maintenance? Predictive maintenance uses sensor data and analytics to predict equipment failures before they happen, allowing maintenance to be scheduled rather than reactive. It reduces both downtime and maintenance cost. Can AI replace operations roles? AI replaces tasks within roles rather than roles themselves. Operations work involves significant judgment, relationship management, and physical-world execution that AI does not yet handle. The mix of work changes; demand for skilled operators does not vanish. What is the difference between MRP and ERP? Material requirements planning (MRP) is the planning engine inside an ERP that calculates what to make and buy. ERP is the broader suite that includes MRP plus finance, sales, HR, and other functions. How long does an operations software implementation take? Lightweight, cloud-native deployments for mid-sized businesses can go live in three to nine months. Complex enterprise implementations with multi-site, multi-entity, and heavy customization scope can span two to four years. ---

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