Miro

Miro

by Miro

Online collaborative whiteboard platform for distributed teams, with infinite canvas, real-time collaboration, template library and integrations.

Vendor
Miro
Website
Category
Operations
Department
Engineering

Solution Overview

Online collaborative whiteboard platform for distributed teams to work together efficiently.

Key Benefits

Core capabilities that drive results for your business

Infinite Canvas

Real-time Collaboration

Templates Library

Integrations

Presentation Mode

Documents & Terms

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Customer Experience

Frequently Asked Questions

Miro is an online collaborative whiteboard platform for distributed teams, with infinite canvas, real-time collaboration, template library and integrations.

As of August 2026, Miro has 116 reviews published on Nexforce Marketplace, with an average rating of 4.9 out of 5. Users highlight collaboration, use in design and AI features in their reviews.

Pricing varies by plan and number of users. Through Nexforce, the quote is provided with invoicing in BRL (Brazilian Reais) and Nota Fiscal (Brazilian tax invoice).

Miro is purchased through the Nexforce Marketplace by quote, requested on the product page. Contract and invoice are issued in BRL (Brazilian Reais), with Nota Fiscal (Brazilian tax invoice), and import taxes are handled by Nexforce.

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Solution Reviews

4.9

116 reviews

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Top Reviews

Para que serve o Miro? Análise direta

Como gerente de projetos lidando diariamente com uma vasta lista de clientes, posso afirmar com convicção que o Miro vale a pena para qualquer equipe que busca agilidade e clareza. A plataforma se tornou indispensável na minha rotina, especialmente pela capacidade de transformar reuniões estáticas em sessões altamente interativas. Se você busca uma ferramenta que realmente centraliza o planejamento visual e facilita a colaboração remota, o Miro é, sem dúvida, o investimento mais inteligente que fiz para otimizar meu fluxo de trabalho. Como o Miro revolucionou nossas reuniões e o planejamento visual A principal razão pela qual o Miro se destaca é a sua interface intuitiva, que permite que eu e meus clientes estejamos na mesma página, literalmente, mesmo estando em fusos horários completamente diferentes. Antes de adotar o Miro, eu perdia muito tempo tentando explicar conceitos abstratos por e-mail ou em chamadas de vídeo cansativas. Hoje, utilizo os quadros infinitos para mapear toda a jornada do cliente e desenhar fluxos de trabalho que tornam o processo muito mais fluido e agradável para todos os envolvidos. A sensação de ter um espaço colaborativo onde todos podem mover post-its, adicionar comentários e estruturar ideias em tempo real é simplesmente libertadora. Além disso, a integração do Miro AI tem sido um avanço concreto absoluto na minha produtividade semanal. O recurso de inteligência artificial me ajuda a sintetizar discussões complexas e a organizar brainstormings que, anteriormente, levariam horas para serem estruturados. Quando preciso planejar um projeto do zero, não começo com uma tela em branco; aproveito a vasta biblioteca de templates prontos que a plataforma oferece. Esses modelos são desenhados com um design limpo e profissional, o que me poupa um tempo valioso de formatação, permitindo que eu foque no que realmente importa: a estratégia e a entrega de valor para meus clientes. Por que o Miro é a melhor escolha para colaboração remota Trabalhar remotamente exige ferramentas que não sejam apenas funcionais, mas que também promovam o engajamento. O Miro consegue suprir essa necessidade ao oferecer um ambiente onde a criatividade flui naturalmente. Já utilizei a ferramenta para diversas finalidades, desde o mapeamento de processos complexos até a condução de workshops de design thinking. O que mais me impressiona é a estabilidade do software; mesmo com dez ou quinze pessoas editando o mesmo quadro simultaneamente, a experiência permanece fluida, sem travamentos ou erros de sincronização que costumam frustrar minha equipe em outras plataformas concorrentes de mercado. Outro ponto que reforça o porquê de eu considerar o Miro essencial é a sua curva de aprendizado. Muitos softwares de gestão de projetos são densos e exigem treinamentos intermináveis, mas o Miro é diferente. Meus clientes, mesmo aqueles que não têm familiaridade com ferramentas digitais, conseguem navegar pelos quadros com facilidade após uma breve explicação inicial. Essa acessibilidade remove barreiras técnicas e permite que eu foque na colaboração real, tornando as sessões de planejamento muito mais produtivas e menos burocráticas. É raro encontrar um software que consiga equilibrar tanta profundidade técnica com uma usabilidade tão refinada e intuitiva. No saldo final, minha experiência com o Miro tem sido extremamente positiva e transformadora para a gestão da minha carteira de clientes. A plataforma não apenas simplificou a forma como organizo meus projetos, mas também elevou o padrão de entrega da minha consultoria, tornando cada interação mais visual, organizada e estratégica. Se você valoriza o tempo da sua equipe e deseja promover uma colaboração mais humana e eficiente, recomendo fortemente que explore as funcionalidades do Miro. É uma ferramenta que se paga rapidamente através do ganho de produtividade e da satisfação dos clientes.

VP
Valeri Potchekailov·Jan 22, 2026·via Product Hunt
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Miro é confiável para reuniões?

Confiabilidade foi o critério central deste review do Miro em reuniões: o que aguentou e o que falhou. Para mim, o Miro vale a pena porque se tornou a ferramenta definitiva para visualizar projetos e organizar ideias complexas de forma fluida. Como gerente de projetos com uma vasta carteira de clientes, busco constantemente soluções que tornem a experiência de trabalho mais prazerosa e eficiente. Após meses de uso intensivo, posso afirmar que a plataforma elevou o nível da nossa colaboração, permitindo que o planejamento estratégico aconteça de maneira muito mais intuitiva e visual. Como o Miro transformou nossas reuniões e o planejamento visual O que mais me impressionou e me fez adotar a ferramenta definitivamente é a maneira como o Miro AI economiza meu tempo, tornando as reuniões de grupo muito mais interativas e dinâmicas. Antes, as reuniões de brainstorming eram caóticas, com anotações perdidas em documentos de texto ou quadros brancos físicos que ninguém conseguia transcrever depois. Com o Miro, transformamos conversas abstratas em mapas visuais concretos em tempo real. A capacidade de ver toda minha equipe contribuindo simultaneamente, movendo post-its digitais e conectando fluxos de trabalho, mudou completamente a nossa dinâmica de entrega. Além da interatividade, a facilidade de uso é um diferencial competitivo. Os templates prontos são simplesmente excelentes para quem precisa começar algo do zero sem perder horas configurando o layout. Seja para um mapeamento de jornada do cliente ou para um cronograma de projeto complexo, o design limpo e a interface responsiva permitem que eu me concentre no conteúdo, e não na ferramenta. Essa organização visual não apenas facilita o meu trabalho como gerente, mas também transmite muito mais profissionalismo aos meus clientes durante as apresentações de status e alinhamento. Por que o Miro vale a pena para equipes que trabalham remotamente A colaboração remota deixou de ser um desafio desde que integramos o Miro ao nosso dia a dia. A plataforma funciona como uma extensão do nosso escritório, permitindo que minha equipe colabore de forma assíncrona ou síncrona, independentemente de onde cada um esteja localizado geograficamente. Já utilizei a ferramenta para conduzir workshops de ide ação inteiramente online, onde a sensação de proximidade e engajamento foi idêntica a uma sessão presencial em uma sala de reuniões. A estabilidade da plataforma, mesmo com vários usuários acessando o mesmo quadro, é um ponto muito positivo. O recurso de inteligência artificial tem sido um verdadeiro salva-vidas em situações de alta demanda. Quando preciso estruturar um volume grande de informações rapidamente, o Miro AI consegue sintetizar ideias e sugerir caminhos que eu talvez não tivesse explorado sozinho. Isso me dá a liberdade de focar na estratégia e no relacionamento com eu, enquanto a tecnologia cuidada organização da estrutura visual. Para qualquer gestor que preze pela agilidade e por manter minha equipe alinhada, investir tempo aprendendo a dominar esses recursos é um diferencial que se paga rapidamente em produtividade e clareza nas entregas. Em suma, se você está em dúvida se o Miro vale a pena para o seu cenário de trabalho, minha recomendação é testar. A versatilidade da ferramenta atende desde o planejamento de projetos complexos até o brainstorming mais simples. Sinto que entregamos muito mais valor aos nossos clientes hoje graças à clareza visual que a plataforma proporciona, tornando todo o processo de gestão muito mais fluido e menos estressante para todos os envolvidos no projeto.

Z
Zino·Jan 4, 2026·via Product Hunt
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Miro é confiável? Experiência real

Dá para confiar no Miro em operação crítica, em colaboração? Minha experiência abaixo responde com fatos. O Miro vale a pena para qualquer equipe que busca transformar o brainstorming em um processo visual e dinâmico. Desde que implementamos a ferramenta no meu time, nossa forma de colaborar mudou drasticamente. A capacidade de reunir ideias em um espaço infinito e apresentar projetos de maneira criativa não apenas aumentou nossa produtividade, mas também tornou as reuniões muito mais engajadoras. Posso afirmar com segurança que o Miro é indispensável para o nosso fluxo de trabalho atual. Por que o Miro vale a pena para sessões de brainstorming? A principal razão pela qual o Miro se tornou o coração do nosso processo criativo é a liberdade que ele oferece durante o brainstorming. Antes, ficávamos limitados a documentos estáticos ou notas adesivas físicas que acabavam perdidas após a reunião. Com o Miro, conseguimos capturar cada pensamento, esboço e conexão em tempo real, independentemente de onde cada membro da equipe esteja. A interface é extremamente fluida, permitindo que todos contribuam simultaneamente, o que gera um senso de coesão que nunca tínhamos alcançado antes. Além disso, a vasta biblioteca de templates prontos para uso nos ajuda a pular a fase de configuração inicial e ir direto para o que importa: a geração de valor. Seja para mapear jornadas de usuário, criar fluxogramas complexos ou simplesmente organizar ideias soltas em um painel visual, a plataforma oferece as ferramentas certas para cada contexto. Para nós, a transição para o Miro não foi apenas sobre adotar um software, mas sim sobre mudar a cultura da equipe para um modelo onde a colaboração visual é prioridade máxima em todos os projetos. Como o Miro eleva o nível das nossas apresentações de ideias Outro ponto onde o Miro brilha é na hora de apresentar os resultados para o restante da equipe ou para os stakeholders. Como a ferramenta permite criar molduras e caminhos de apresentação, conseguimos transformar um quadro caótico de brainstorming em uma narrativa visual estruturada e profissional. É muito mais impactante mostrar o processo criativo completo, com todos os seus desdobramentos, do que apenas exibir um slide final sem contexto. Isso nos permitiu vender nossas ideias com muito mais clareza e autoridade. A criatividade que o Miro permite injetar na apresentação é um diferencial competitivo enorme. Conseguimos integrar imagens, vídeos e até documentos externos diretamente no quadro, criando uma experiência multimídia que mantém todos atentos e conectados com o objetivo do projeto. Ao final de cada sessão, o que entregamos é um artefato visual que serve como referência para o restante do cronograma. Essa capacidade de manter todo o histórico visual centralizado em um único lugar é, sem dúvida, o fator que justifica por que o Miro vale a pena para o nosso crescimento. A experiência de uso que temos com o Miro tem sido impecável, superando nossas expectativas iniciais de forma consistente. A curva de aprendizado da ferramenta é bastante intuitiva, o que facilitou a adaptação de todos os integrantes, mesmo daqueles que não possuem um perfil técnico ou voltado ao design. Continuamos explorando novas funcionalidades a cada semana e, até o momento, não encontramos nada que nos fizesse considerar uma alternativa. O Miro consolidou-se como nossa plataforma oficial de colaboração e criatividade, entregando resultados sólidos e mantendo nosso time sempre alinhado.

MI
Mujtaba Idrees·Nov 1, 2025·via Product Hunt
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Learn about Operations
01

What is operations software?

Operations software is the broad set of platforms used to run the day-to-day work of a business — making things, moving things, scheduling people, tracking inventory, fulfilling orders, managing field work, and coordinating the processes that turn inputs into outputs. The category spans ERP suites, supply chain management, manufacturing execution, warehouse and inventory management, field service, project portfolio, and the workflow tools that connect them. The boundary is intentionally wide. What unifies the category is purpose: software that makes the operational engine of the business run faster, more reliably, and at lower unit cost. Modern stacks pair a system of record (typically an ERP) with specialized best-of-breed tools for the operations a business runs at scale.

02

Why invest in operations software?

Three forces explain the durable spend: • Visibility creates leverage. Most operational problems are diagnosed late. Real-time data on inventory, throughput, capacity, and customer demand turns reactive operations into proactive ones. • Coordination scales linearly without software. Adding people to coordinate manually multiplies overhead without multiplying output. Software absorbs the coordination cost and lets the team scale. • Compliance and audit are non-optional. Regulated operations carry mandatory tracking — lots, batches, certifications, chain of custody. Software is the only practical way to maintain that record.

03

Key features

The capabilities that define modern operations platforms group into seven areas: Planning and forecasting • Demand forecasting from historical and external signals • Supply planning with constraint awareness • Sales and operations planning (S&OP) cycles • Scenario modeling for capacity and inventory Execution • Order management across channels • Production scheduling and work order management • Procurement and supplier management • Logistics planning and route optimization Tracking and visibility • Real-time inventory across locations • Asset and equipment tracking • Work-in-progress monitoring • Customer order status Field operations • Dispatch and route optimization • Mobile work order management • Parts and inventory in the field • Customer notifications and signatures Process automation • Workflow orchestration across systems • Exception handling and approval routing • Document automation (POs, invoices, BOLs) • Integration with finance, CRM, and HR Analytics and intelligence • Operational dashboards by site, line, route, or team • Throughput, cycle time, and quality metrics • Predictive maintenance and failure detection • AI-driven anomaly detection Collaboration • Cross-functional process visibility • Supplier and customer portals • Incident management and root cause analysis • Knowledge capture and SOP management

04

Benefits

Operations programs that mature their software report three durable outcomes: • Lower unit cost. Better planning, less waste, fewer expedites, and tighter inventory translate directly to margin. • Higher service levels. On-time, in-full delivery improves when planning, execution, and communication are coordinated end-to-end. • Faster response to change. Demand shocks, supply disruptions, and labor shifts get absorbed faster when the data infrastructure exists to detect and respond to them.

05

Who uses operations software?

• COO and operations leaders — overall responsibility for operational performance • Supply chain and procurement — sourcing, planning, supplier management • Manufacturing and plant operations — production scheduling and execution • Warehouse and logistics — receiving, picking, shipping, returns • Field service teams — dispatchers, technicians, parts coordinators • Project portfolio management — for project-based operations • Finance and IT — partners in ERP ownership and process design

06

How to choose operations software

Operations software has long implementation cycles, deep dependencies, and high switching cost. Evaluate against these criteria: 1. Industry and process fit Generic ERP rarely beats industry-specific platforms in narrow verticals. Manufacturing, distribution, services, healthcare, and project-based businesses have different defaults. Choose for fit before extensibility. 2. Real-time vs batch architecture Some platforms refresh data nightly; others stream events continuously. The decision affects how quickly issues surface and how quickly the team can react. 3. Mobile and field-friendly Operations rarely happen entirely at desks. Test the platform on the devices used by warehouse workers, technicians, drivers, and floor supervisors — not just on laptops. 4. Integration with finance and CRM Operations sits between sales and finance. The platform must exchange data cleanly with both, or the business will run on reconciliation work. 5. AI maturity Predictive maintenance, demand forecasting, route optimization, and exception triage are increasingly AI-driven. Confirm what is production-ready vs marketing. 6. Implementation complexity ERP implementations are notorious for time, cost, and disruption. Modern cloud-native platforms have compressed deployment, but enterprise-scale implementations still take months to years. 7. Total cost of ownership License, implementation, customization, ongoing operations, integration, and training all stack. Insist on transparent five-year TCO before commitment.

07

Implementation considerations

• Map the process before configuring. A clear current-state and target-state process map is the foundation of every operations software implementation. Skipping this step is the most common source of project failure. • Phase the rollout. Big-bang go-lives carry outsized risk in operations. Pilot, learn, expand. Many of the worst stories in enterprise IT come from rushed operational cutovers. • Plan the data migration carefully. Master data — items, customers, suppliers, locations, BOMs, routings — must be clean before it moves. Cleaning later is much harder. • Train the people on the floor, not just in the office. Operations software is used by people whose primary job is not software. Training that respects their time and context drives adoption. • Build a stabilization phase into the plan. Productivity typically drops after go-live and recovers over weeks or months. Plan for it explicitly rather than being surprised.

08

Pricing models

Operations software pricing typically combines: • Per user / per seat — for office and back-office users • Per device or per terminal — for floor and field workers • Per transaction or per order — usage-based for high-volume execution platforms • Per site or per facility — for ERP and execution suites • Implementation services — frequently a multiple of the annual license Pricing complexity is real — model the cost against realistic usage at scale before signing.

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Trends shaping operations in 2026

• AI-driven operations. From demand forecasting to dispatch optimization to predictive maintenance, AI is moving from niche to baseline across operational disciplines. • Composable ERP. The monolithic enterprise suite is yielding to composable architectures that combine specialized modules over a common data platform. • Real-time visibility. Continuous streams of operational data — from IoT devices, GPS, scanners, and integrations — replace batch reports as the primary management surface. • Resilience over efficiency. After recent supply shocks, organizations are rebalancing toward resilience: more dual-sourcing, more buffer, more visibility into upstream risk. • Autonomous workflows. AI agents that triage exceptions, reroute shipments, reschedule production, and reorder stock without human approval are appearing in production for bounded use cases.

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Frequently asked questions

What is ERP? Enterprise resource planning is an integrated software suite that runs the core financial and operational processes of a business — accounting, procurement, inventory, manufacturing, HR, and more — on a single data platform. What is the difference between ERP and operations software? ERP is one type of operations software — the broad system of record. The category also includes specialized platforms (warehouse management, field service, project portfolio) that may integrate with ERP or operate independently. What is S&OP? Sales and operations planning is the cross-functional process that aligns demand forecasts with supply plans and financial targets, typically on a monthly cycle. It coordinates sales, operations, finance, and product around a single plan. What is predictive maintenance? Predictive maintenance uses sensor data and analytics to predict equipment failures before they happen, allowing maintenance to be scheduled rather than reactive. It reduces both downtime and maintenance cost. Can AI replace operations roles? AI replaces tasks within roles rather than roles themselves. Operations work involves significant judgment, relationship management, and physical-world execution that AI does not yet handle. The mix of work changes; demand for skilled operators does not vanish. What is the difference between MRP and ERP? Material requirements planning (MRP) is the planning engine inside an ERP that calculates what to make and buy. ERP is the broader suite that includes MRP plus finance, sales, HR, and other functions. How long does an operations software implementation take? Lightweight, cloud-native deployments for mid-sized businesses can go live in three to nine months. Complex enterprise implementations with multi-site, multi-entity, and heavy customization scope can span two to four years. ---

Miro