
Prey
by Prey
Prey ajuda equipes a localizar, acompanhar e proteger dispositivos, com ações remotas e informações da frota. Conheça recursos, documentação e critérios de avaliação para escolher a solução com informações verificáveis.
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Prey na prática: adicionar dispositivos no plano gratuito
Usei o Prey para proteger meus equipamentos e, no começo, assinar o primeiro dispositivo foi simples e me deu tranquilidade. O problema apareceu quando precisei adicionar dispositivos ao plano gratuito: o site é muito difícil de usar, não consegui concluir a inclusão dos aparelhos e desisti depois de muitas tentativas. Também não encontrei uma forma real de contato com a Prey para pedir ajuda. O serviço funciona, mas essa barreira pesou na minha avaliação. Dificuldade para adicionar dispositivos além do primeiro O cadastro do primeiro equipamento não me deu trabalho. Consegui começar e entender a proposta do Prey, que é oferecer tranquilidade para quem quer proteger os aparelhos. A dificuldade veio depois, quando tentei adicionar dispositivos ao plano gratuito. O relato é curto, mas direto: eu desisti de tentar incluir os outros aparelhos porque o site não facilitou o processo. A mensagem de que três dispositivos estavam incluídos gratuitamente não se traduziu em um caminho claro para finalizar a adição. Para quem usa o Prey em uma rotina simples, essa etapa deveria ser óbvia, mas não foi. Eu esperava encontrar a opção de forma direta e acabei preso em uma navegação confusa. Não estou dizendo que o recurso não existe; digo que, na minha experiência, não consegui usá-lo como esperava. Isso quebra a sensação de simplicidade que o cadastro inicial tinha me passado. Falta de contato com o suporte da Prey Quando percebi que não conseguiria adicionar os dispositivos sozinho, procurei uma forma de falar com a Prey. A experiência foi frustrante porque não encontrei um caminho possível de contato para assistência. O site oferecia páginas e mais páginas de sugestões para resolver problemas, mas nenhuma delas me ajudou a destravar a inclusão dos aparelhos. Para mim, isso é tão importante quanto o recurso em si: se algo sai do previsto, preciso de um canal claro para pedir ajuda. No caso do Prey, a ausência desse contato transformou uma dúvida simples em um bloqueio. Não consegui explicar meu cenário para ninguém nem receber uma orientação específica. Fiquei apenas alternando entre telas de ajuda que repetiam soluções genéricas. A sensação foi de estar sozinho com o problema, mesmo depois de o cadastro inicial ter funcionado bem. Essa falta de contato foi o principal motivo para eu desistir de adicionar novos dispositivos. Páginas de solução de problemas que não ajudam Além da dificuldade de navegação, o volume de páginas de solução de problemas não se converteu em ajuda prática. Eu passava de uma sugestão para outra e não encontrava a resposta para o meu caso, que era adicionar dispositivos no plano gratuito. As orientações pareciam genéricas e repetitivas, o que tornou a experiência cansativa. Em vez de me sentir guiado, fiquei preso em um labirinto de conteúdo que não fechava com a minha necessidade. Para quem só quer concluir uma tarefa simples, isso é desgastante. O ponto positivo é que o site e a proposta do Prey continuam claros: proteger os aparelhos e dar tranquilidade. O primeiro dispositivo funcionou bem e eu entendi o valor do serviço. Só que a jornada seguinte não acompanhou essa clareza. A conclusão é que o Prey entrega uma base que faz sentido, mas a experiência de adicionar dispositivos e buscar assistência precisa ser mais direta. No fim, minha avaliação do Prey é mista. Assinar o primeiro dispositivo foi fácil e me deu tranquilidade, mas adicionar dispositivos no plano gratuito não funcionou para mim e não encontrei contato para pedir assistência. As páginas de solução de problemas só aumentaram o cansaço. Continuo vendo valor na proposta, porém a experiência do site precisa melhorar para quem precisa de ajuda além do básico.
Prey: meu problema com vírus na rotina técnica
Depois de alguns meses rodando o Prey no notebook do time comercial, minha resposta para se Prey entrega resultado em implantação e configuração é: no meu caso, não. O rastreamento funcionou bem e localizei o aparelho quando precisei, mas o antivírus da máquina passou a acusar trojans no arquivo .exe do próprio programa quase toda semana. Pode ser falso positivo, só que confiança é a base de qualquer software de segurança, e essa eu perdi. Por que o arquivo .exe do Prey virou meu maior problema Meu cenário era simples: um notebook que fica com o time comercial e de vez em quando sai da empresa. Instalei o Prey justamente para conseguir localizar o equipamento em caso de perda ou furto. A instalação inicial foi tranquila, sem erro nenhum, mas poucos dias depois o Windows Defender começou a apagar o executável do Prey sozinho, sempre com a mesma classificação de trojan. Reinstalei três vezes, baixando direto do site oficial, e o comportamento se repetiu exatamente igual. Em uma dessas tentativas o arquivo .exe simplesmente desapareceu da pasta de programas, e o notebook ficou sem o agente instalado por dois dias sem que ninguém percebesse. Não sou analista de segurança, então não tenho como cravar se é falso positivo ou não. Só que quando o próprio instalador precisa entrar na lista de exclusão do antivírus para continuar rodando, isso já me deixa desconfortável. Passei a colocar a máquina em verificação completa toda semana, e o alerta voltava. Chega uma hora em que o tempo gasto investigando o software é maior que o benefício que ele entrega. O rastreamento funciona, mas não compensa o risco Vou ser justo com essa parte: a localização do Prey funcionou. Quando o gestor deixou o notebook no carro por engano, abri o painel e o mapa apontou o endereço certo em menos de dois minutos. O ponto de rastreamento e o histórico de posição responderam bem, sem travamento. O problema é que um software de rastreamento e segurança precisa ser confiável em todas as camadas, e o alerta constante no executável quebra exatamente essa confiança. Além disso, meu time de TI precisou criar uma regra no antivírus só para o Prey continuar ativo, o que abre precedente para outros arquivos ignorarem a proteção da máquina. Se um invasor colocar um executável com nome parecido na mesma pasta liberada, ninguém vai perceber. Na prática, a exceção virou um ponto cego no endpoint do comercial. Para mim, o custo de manter essa brecha aberta é bem maior que o ganho de localizar um aparelho perdido de vez em quando. O que eu recomendaria testar antes de contratar o Prey Se você ainda está decidindo se Prey entrega resultado em implantação e configuração para o seu cenário, sugiro um teste controlado antes de espalhar o agente pela frota inteira. Instale em um único computador, rode uma varredura completa do antivírus e observe por duas semanas se o executável é sinalizado. Vale também abrir chamado no suporte e perguntar por que o arquivo dispara heurística de trojan, pedindo um hash assinado ou uma versão corrigida. No meu caso, a resposta demorou dias e não resolveu o problema. Para empresas com política rígida de endpoint, como a nossa, qualquer exclusão de antivírus exige aprovação formal e registro no controle de mudanças. Isso transforma uma instalação que deveria levar dez minutos em um processo burocrático que precisa ser revisto a cada atualização do agente. E se o arquivo volta a ser sinalizado depois de um update, todo o ciclo recomeça. No fim, o Prey entrega o rastreamento que promete, mas o pacote completo não me passou segurança. Continuo com o antivírus ativo e sem exceções abertas, e a localização dos notebooks ficou com o recurso nativo do sistema operacional. Se você valoriza tranquilidade no endpoint, vale procurar outra ferramenta antes de assinar o plano.