Stream

Stream

by Stream.io

Chat and activity feed APIs for building scalable messaging and social features within applications.

Vendor
Stream.io
Category
Developer Tools
Department
General

Solution Overview

Stream delivers chat, activity feed, and video as an API, with ready-to-use interface components for web and mobile. Teams integrate instead of building and maintaining real-time messaging infrastructure, and moderation already comes built-in for user-generated content.

Key Benefits

Core capabilities that drive results for your business

Chat API

Activity Feeds

Video

Moderation

SDKs

UI Components

Documents & Terms

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Terms of Use

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Frequently Asked Questions

Stream is a set of chat and activity feed APIs for building scalable messaging and social features inside applications.

The features listed in the catalog include Chat API, Activity Feeds, Video, and Moderation.

Stream has 3 published reviews on the Nexforce Marketplace, with an average rating of 5.0 out of 5 (data as of August 2026). The reviews cover topics such as price and value for money.

The price is set by the plan and usage volume contracted. Through Nexforce, the quote is requested on the product page and the invoice is issued in BRL (Brazilian Reais), with Nota Fiscal (Brazilian tax invoice).

Stream is available to Brazilian companies through the Nexforce Marketplace. Simply request a quote on the product page; invoicing is in BRL, with Nota Fiscal (Brazilian tax invoice), and the import tax chain is handled by Nexforce.

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Solution Reviews

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Top Reviews

Stream.io preço: vale para infraestrutura?

Se você está se perguntando se Stream.io vale a pena para integrar chat e feeds em tempo real no seu produto, minha resposta sincera é: sim, mas com ressalvas. Como desenvolvedor que implementou a plataforma em um aplicativo de comunidade, fiquei dividido entre a economia de tempo na parte de backend e as dificuldades com customizações mais específicas. A solução realmente entrega uma base sólida e funcional, mas não atendeu todas as nossas expectativas de flexibilidade. Vou contar os pontos que me fizeram dar uma nota mediana. A integração rápida que realmente nos salvou Quando decidimos testar o Stream.io, estávamos atrasados no cronograma e precisávamos de uma solução de chat funcional em semanas. A documentação inicial é clara, os SDKs são bem estruturados e, em poucos dias, tínhamos um protótipo rodando com mensagens em tempo real e feeds de atividade. A parte de infraestrutura de sockets e persistência de mensagens sumiu das nossas preocupações, o que foi um baita alívio para uma equipe enxuta. Conseguimos lançar a funcionalidade básica no prazo, e os usuários responderam bem à novidade. A economia de horas de desenvolvimento foi real, especialmente se compararmos com a complexidade de manter servidores próprios de Web Socket. No entanto, notei que a documentação, embora boa para os casos comuns, se torna um pouco vaga quando você precisa de comportamentos não padronizados. Tivemos que abrir tickets de suporte para entender como modificar certos fluxos de mensagens, e a resposta nem sempre foi rápida. Ainda assim, para quem precisa de um chat funcional rapidamente, a plataforma cumpre o prometido. Onde o Stream.io mostrou suas limitações Conforme fomos avançando, as exigências de personalização cresceram. Queremos ajustar a aparência das mensagens, incluir botões customizados e controlar permissões de forma granular. Os componentes de UI são sim customizáveis, mas atingimos um teto mais cedo do que gostaríamos. Algumas modificações exigiram hackear o CSS de maneiras não documentadas, o que pode quebrar com atualizações futuras. Outro ponto que me incomodou foi o modelo de preços. Para escalar, os custos sobem rápido, e a diferença entre planos é grande. Fizemos simulações e percebemos que, para um volume alto de usuários ativos simultâneos, a conta mensal poderia se tornar inviável para nosso orçamento. Além disso, o suporte técnico demorou para nos ajudar com um bug de renderização em dispositivos Android mais antigos. No fim, tivemos que implementar uma gambiarra para contornar o problema. Esses contratempos me fizeram repensar se Stream.io vale a pena como solução de longo prazo. Minha conclusão é que o Stream.io é uma ferramenta excelente para quem precisa de um MVP ou de um chat funcional com baixo investimento inicial de desenvolvimento. Porém, para aplicações que exigem alto grau de personalização e escalabilidade com custos previsíveis, vale a pena considerar alternativas ou até mesmo construir uma solução híbrida. Minha equipe segue usando a plataforma, mas já estamos de olho em opções concorrentes que ofereçam mais flexibilidade.

JF
Julian Flieller·Mar 29, 2025·via Product Hunt
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Stream.io preço: vale o investimento?

O preço do Stream.io se paga? No meu uso, a resposta veio do retorno diário, e é isso que detalho aqui. Comecei a usar o Stream.io há alguns meses, motivado pela necessidade de uma plataforma que oferecesse transmissão ao vivo com qualidade e baixa latência. Confesso que estava cético no início, pois já havia testado outras ferramentas que prometiam muito e entregavam pouco. Mas resolvi dar uma chance ao Stream.io e, para minha surpresa, a experiência tem sido bastante positiva até agora. A instalação foi simples e rápida. Em menos de dez minutos já estava configurando minha primeira transmissão. A interface é limpa e intuitiva, o que facilitou muito o processo para alguém que não é expert em tecnologia. Consegui integrar com as principais redes sociais e plataformas de compartilhamento sem dificuldades, o que economizou um bom tempo. Um dos aspectos que mais me impressionou foi a estabilidade. Durante as lives, não enfrentei quedas ou atrasos incômodos. A qualidade de áudio e vídeo se manteve alta, mesmo com uma conexão de internet mediana. Isso me deu mais confiança para usar a ferramenta em eventos importantes. O suporte técnico também merece destaque. Em uma ocasião tive uma dúvida sobre a configuração de legendas ao vivo e recebi resposta em menos de duas horas, com instruções claras e objetivas. É raro encontrar um atendimento tão ágil nesse segmento. Claro que nem tudo são flores. O plano gratuito tem limitações que podem frustrar quem quer testar a fundo. Por exemplo, o número de espectadores simultâneos é restrito, e alguns recursos avançados só estão disponíveis na versão paga. Mas, considerando o custo-benefício, acho que vale o investimento. Outro ponto que notei é a falta de tutoriais em português. Embora a documentação em inglês seja completa, quem não domina o idioma pode ter dificuldades no começo. Seria interessante se a empresa investisse em conteúdo localizado. No geral, minha avaliação é muito positiva. Eu diria que Stream.io vale a pena principalmente para quem precisa de uma solução confiável e fácil de usar. A curva de aprendizado é baixa e os resultados aparecem rápido. Recomendo que você teste o período gratuito para sentir na prática. Para concluir, acredito que acertei na escolha. A plataforma atendeu minhas expectativas e continua evoluindo com atualizações frequentes. Se você está em dúvida, vale a pena dar uma chance e ver se funciona para o seu caso. Espero que este relato ajude você a decidir. Cada pessoa tem necessidades diferentes, mas no meu cenário, o Stream.io se mostrou uma ferramenta robusta e confiável. Estou satisfeito com o resultado e planejo continuar usando por um bom tempo.

BF
Blake Folgado·Aug 12, 2024·via Product Hunt
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Stream.io preço: vale para testes?

Quando comecei a planejar um evento online, uma das primeiras dúvidas que surgiu foi: será que o Stream.io vale a pena? Afinal, existem muitas opções no mercado, e cada uma promete ser a melhor. Decidi testar o Stream.io por algumas semanas, focando em usabilidade, custo-benefício e recursos específicos para chats durante palestras e workshops. Nesta avaliação honesta, conto tudo que vivenciei, desde o cadastro até a organização de uma transmissão com centenas de participantes. Se você está em dúvida sobre qual plataforma escolher, continue lendo para entender se o Stream.io é a solução ideal para o seu próximo evento ao vivo. Minha experiência inicial com o Stream.io Assim que criei minha conta no Stream.io, percebi que a interface é bastante limpa e intuitiva. Não precisei ler longos manuais para começar a configurar o chat. Em poucos minutos, já estava criando salas de conversa, moderando mensagens e testando integrações com outras ferramentas. O ponto que mais me chamou a atenção foi a facilidade em personalizar o layout, algo essencial para manter a identidade visual do meu evento. Durante os primeiros testes, notei que a moderação automática funciona bem, filtrando spam e links suspeitos sem atrapalhar a fluidez da conversa. Isso me deu confiança para usar o Stream.io em eventos maiores. Recursos que fazem a diferença Um dos grandes diferenciais do Stream.io é a capacidade de criar chats segmentados por sessão ou por tipo de participante. Você pode, por exemplo, ter um canal exclusivo para perguntas dos espectadores e outro para conversas entre palestrantes. Além disso, a ferramenta oferece reações em tempo real, e motes personalizados e suporte a arquivos de mídia dentro do chat. Esses recursos tornam a interação muito mais rica e dinâmica. Outro ponto que considero importante é a estabilidade: mesmo com picos de acesso, o Stream.io manteve o chat responsivo, sem travamentos. Isso é determinante para eventos ao vivo onde cada segundo conta. Preço e suporte: o Stream.io vale o investimento? O plano gratuito do Stream.io é generoso, permitindo até 10 mil mensagens por mês, o que já atende eventos de médio porte. Para quem precisa de mais recursos, os planos pagos começam com valores acessíveis e escalam conforme a demanda. O suporte técnico foi outro ponto positivo: entrei em contato via chat e recebi respostas rápidas e detalhadas, mesmo no período de teste. Considerando a qualidade do chat, as opções de personalização e o suporte ao cliente, acredito que o Stream.io vale a pena para quem busca uma solução profissional sem gastar uma fortuna. Minha experiência geral foi excelente, e recomendo a plataforma tanto para iniciantes quanto para organizadores experientes.

JZ
Jenny Zhang·Jan 23, 2023·via Product Hunt
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Learn about Developer Tools
01

What is developer tools software?

Developer tools software covers everything engineers use to design, build, test, ship, and operate code. The category spans IDEs and editors, version control, CI/CD pipelines, API tooling, testing frameworks, code quality scanners, observability, and the rapidly growing class of AI assistants that write, review, and refactor code alongside human developers. The modern stack is layered. At the bottom sit the editor and the version control system. On top of that, the build, test, and deploy pipeline. Above that, the runtime observability and incident tooling. AI now threads through every layer — suggesting code, explaining test failures, triaging incidents, generating documentation. Developer productivity is increasingly the strategic differentiator behind product velocity.

02

Why invest in developer tools?

Three forces push organizations to invest seriously in their dev stack: • Engineering time is the most expensive line item. Tooling that saves an hour per developer per day pays for itself many times over. Tooling that creates friction wastes a comparable amount. • Quality compounds. Bugs caught at commit cost a fraction of bugs caught in production. Investment in linting, testing, and review tooling pays back across the lifetime of every line of code. • AI changes the productivity curve. AI coding assistants have shifted developer output meaningfully. Teams using them well ship faster and reallocate human attention to higher-value work.

03

Key features

The capabilities that define a modern developer tools stack group into eight areas: Editors and IDEs • Multi-language support with intelligent autocomplete • Refactoring tools and code navigation • Integrated debugging and profiling • Extension ecosystems • Remote development environments Version control and collaboration • Distributed source control (Git is the universal standard) • Pull request workflows with review and approval • Code search and ownership • Branch protection and merge policies CI/CD • Pipeline definition as code • Parallelization and matrix builds • Caching of dependencies and intermediate artifacts • Deployment strategies (canary, blue-green, rolling) • Secrets and environment management API tooling • API design and documentation • Mock servers and contract testing • API gateways and management • SDK generation from specs Testing • Unit, integration, and end-to-end test frameworks • Snapshot and visual regression testing • Load and performance testing • Test data management • Flaky test detection Code quality • Static analysis and linting • Type checking • Security and dependency scanning • Code review automation • Coverage tracking Observability and incident tooling • Logs, metrics, traces, and profiles • Error tracking and stack trace aggregation • Incident management and on-call rotation • Postmortem and learning tooling AI for development • Inline code completion • Chat-based coding assistance • Test generation and explanation • Code review and security suggestion • Autonomous agents that complete bounded tasks

04

Benefits

Teams that invest in developer tools report three durable outcomes: • Higher throughput. Faster build, faster deploy, faster review — each step compounds into more features per cycle. • Fewer production incidents. Quality tooling catches problems before they reach customers, lowering both the rate and severity of incidents. • Better retention. Developers stay where the tools respect their time. A great stack is a recruiting and retention asset.

05

Who uses developer tools?

• Software engineers — daily users of editor, version control, CI, and testing • DevOps and platform engineers — operating the pipeline and infrastructure • Site reliability engineers — observability, incident response, postmortem • Engineering managers — measuring throughput, quality, and team health • Security engineers — supply chain security, vulnerability management • Technical writers — API docs, internal documentation, code samples • Product managers — viewing roadmap, work-in-progress, and shipping cadence

06

How to choose developer tools

Tools have switching costs that compound — switching CI vendors midstream is much harder than choosing one upfront. Evaluate against these criteria: 1. Developer experience first A tool is only valuable when developers use it well. Test with actual engineers on real workflows. A "powerful" tool with poor ergonomics gets bypassed. 2. Integration into the existing stack Best-of-breed tools require integration work. Confirm the tool plays well with your version control, identity provider, ticketing system, and observability stack. 3. Performance under your scale Tools that are fast on a small repo can crawl on a monorepo. Test against repositories of your actual size, not demo projects. 4. AI capabilities AI is now a baseline expectation in many dev tools. Confirm what AI features exist, what models power them, and what data the vendor sees during use. 5. Cost model Per-seat pricing, per-build pricing, per-minute pricing, and storage all stack. Model the cost against realistic usage patterns including peak load. 6. Open source and exit cost Open source tools or tools with open standards reduce switching cost. Proprietary tools with proprietary formats create lock-in that grows with usage. 7. Security and supply chain Dev tools have privileged access to source code and production systems. The vendor's security posture, audit certifications, and breach history matter.

07

Implementation considerations

• Default to opinionated paths. Maximum flexibility produces inconsistency. A small set of strong defaults speeds onboarding and reduces operational drag. • Invest in the inner loop. The minute-by-minute editor-test-commit cycle dominates total productivity. Speed it up and everything else benefits. • Measure what matters. Lead time for changes, deployment frequency, change failure rate, and time to restore are the classic four. Vanity metrics like commit count mislead. • Centralize ownership without centralizing control. A platform team should own the tools and patterns; individual teams should choose how to use them. • Audit AI usage. When developers use AI assistants, the data they expose matters. Establish policy on what code is allowed in third-party AI tools.

08

Pricing models

Developer tools typically use one of these: • Per developer / per seat — most common for editors, code hosting, code quality tools • Per build minute / per compute hour — for CI and managed build infrastructure • Per request / per API call — for API gateways and dev experience platforms • Per repository / per project — for some hosting and analysis tools • Tiered by capability — open core models with paid enterprise tiers Hidden costs surface in storage, egress, and the cost of running self-hosted runners.

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Trends shaping developer tools in 2026

• AI pair programming as default. AI coding assistants have moved from optional to expected. The question is now which model, what data exposure, and how deeply integrated. • Coding agents. The shift from inline completion to autonomous agents that implement entire tickets is happening fast. The agent works in a sandbox, opens a PR, and the human reviews. • Dev experience platforms. Internal developer platforms (IDPs) abstract infrastructure complexity from app teams via self-service portals. • Security shifted further left. SAST, SBOM analysis, secret scanning, and dependency review all run earlier in the cycle — at commit, not at deploy. • Open source supply chain scrutiny. Following several major incidents, organizations track the dependencies they pull in with the same rigor as the code they write.

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Frequently asked questions

What is CI/CD? Continuous integration (CI) is the practice of merging code changes frequently into a shared branch, with automated tests verifying each merge. Continuous deployment (CD) extends that to automatically deploying passing builds to production. Together they form the backbone of modern release engineering. What is the difference between an IDE and an editor? An IDE bundles editing, debugging, building, and project management into one application. An editor focuses on editing and relies on external tools for the rest. The line has blurred — modern editors with plugins do most of what an IDE does. What is a monorepo? A monorepo holds multiple projects in a single source control repository. The opposite is a polyrepo, where each project has its own repo. Monorepos simplify cross-project changes; polyrepos simplify per-project ownership. Do AI coding assistants make developers obsolete? No. They shift the work. Developers using AI well spend less time on boilerplate and more time on design, review, integration, and edge-case handling. Demand for software still outstrips supply. What is DevOps? DevOps is the practice of integrating software development and operations, with the goal of shortening the release cycle and improving reliability. It is as much a cultural shift as a tooling category — though the tooling has matured into a recognizable category in its own right. What is shift-left? Shift-left is the principle of moving concerns — testing, security, accessibility, performance — earlier in the development cycle, where they cost less to address. Modern dev stacks integrate these checks at commit and PR time rather than waiting for QA or production. How do I measure developer productivity? The DORA metrics (lead time for changes, deployment frequency, change failure rate, time to restore) are the most widely used. They focus on outcomes rather than activity, avoiding the trap of measuring commits or lines of code. ---

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