Quanto custa o Figma? Nota 1 explicada
Raphaël Titsworth-Morin
Avaliação Original
Investimento em software exige retorno medível, e cobrei isso do Figma em design. Minha experiência responde abaixo. Sinceramente, depois das mudanças recentes, tenho dúvidas se o Figma vale a pena para designers independentes ou equipes menores. Embora a plataforma tenha introduzido recursos tecnicamente avançados, a decisão de colocar atrás de um pay wall funcionalidades que antes eram gratuitas foi um golpe duro. A experiência que eu tinha, de um ambiente ágil e acessível, foi substituída por uma sensação de frustração constante com custos inesperados e uma interface que se tornou desnecessariamente complexa. Por que a mudança no modelo de preços do Figma me decepcionou Quando comecei a utilizar o Figma, ele representava uma verdadeira revolução no design de interfaces. A colaboração em tempo real era fluida, e o acesso a ferramentas essenciais não impedia o fluxo de trabalho de ninguém. No entanto, a trajetória recente da empresa focou em monetizar cada canto da ferramenta, o que me faz questionar seriamente se o Figma vale a pena para quem não possui um orçamento corporativo ilimitado. O que antes era uma vantagem competitiva, a facilidade de acesso, tornou-se uma barreira financeira. Sinto que a empresa priorizou o lucro sobre a experiência meu final. Ao restringir o acesso a recursos que eram pilares da minha produtividade diária, eles forçaram muitos de nós a uma assinatura premium que, honestamente, não reflete o valor agregado que recebo hoje. A sensação que fica é de que estou pagando mais por um software que, embora robusto, perdeu a essência democrática que o tornou líder de mercado. Para um freelancer, esse aumento de custo não é apenas um detalhe, é uma mudança estrutural no modelo de negócio. A complexidade excessiva e o declínio da usabilidade Além da questão financeira, a interface do Figma tornou-se excessivamente intricada. O que era um software intuitivo e eficiente para prototipagem rápida se transformou em uma ferramenta pesada, cheia de menus sobrepostos e funções que muitas vezes parecem desnecessárias para o design de interfaces padrão. Essa complexidade de uso, aliada à curva de aprendizado que só aumenta, faz com que tarefas simples levem muito mais tempo do que costumavam levar antigamente. A funcionalidade extra, em vez de ajudar, parece criar atrito. Percebo que, na tentativa de abraçar todos os fluxos de trabalho possíveis, o Figma acabou sacrificando a simplicidade que o definia. O software agora exige uma configuração constante para que as coisas funcionem como esperado, o que acaba interrompendo o processo criativo. Para quem busca uma ferramenta ágil, essa evolução parece um retrocesso técnico. A complexidade não traz necessariamente mais qualidade ao design final, mas certamente adiciona uma carga cognitiva desnecessária durante o dia a dia de trabalho de qualquer designer que precisa de agilidade. Concluindo, minha experiência recente com o Figma tem sido marcada pelo desapontamento. A transição de uma ferramenta de outro patamar para um ecossistema caro e complexo é um caminho que muitos usuários estão observando com preocupação. Se você valoriza a simplicidade e a previsibilidade nos custos do seu software de design, talvez seja o momento de avaliar alternativas no mercado, pois, para mim, o valor entregue já não justifica o preço cobrado.
Esta avaliação foi útil?
por Figma
Collaborative interface design tool for creating UI/UX designs, prototypes, and design systems in the browser.
Solicitar Cotação
Obtenha uma cotação personalizada de Figma baseada nas suas necessidades.
Simular Economia
Calcule sua economia potencial ao migrar para Figma.