Logo de Mosyle

Mosyle

por Mosyle

Mosyle integra gerenciamento, identidade, proteção e distribuição de aplicativos para dispositivos Apple em empresas e escolas. Conheça recursos, documentação e critérios de avaliação para escolher a solução com informações verificáveis.

Security

Distribuição de Avaliações

1.3
(3 avaliações)
5estrelas
0 (0%)
4estrelas
0 (0%)
3estrelas
0 (0%)
2estrelas
1 (33%)
1estrelas
2 (67%)
Avaliações (3 resultados)Mostrando 1-3 de 3

Mosyle: limitações na gestão de dispositivos

Se a sua dúvida é se Mosyle entrega resultado em suporte e estabilidade, meu veredito depois de quase dois anos administrando frotas de Mac e iPad é não. Eu gostava do produto, recomendei para outras empresas e defendia o Mosyle abertamente contra Kandji e Jamf quando alguém pedia uma indicação de MDM. Hoje a resposta mudou e virou uma frase curta: use qualquer MDM que não seja o Mosyle. O motivo não é um recurso que falta, é a soma de instabilidade crescente, uma integração quebrada com o Google Workspace e um suporte desenhado para atrasar. O ponto em que o Mosyle deixou de ser um setup e esqueça Por mais de um ano o Mosyle foi exatamente o que eu queria de um MDM: eu configurava a política, distribuía os perfis, organizava os grupos e esquecia que a ferramenta existia. Raramente abria o painel, e quando abria era para conferir algum aparelho novo. Nesse período eu indiquei o Mosyle para dois colegas de outras empresas, porque o custo era honesto e o resultado aparecia. A mudança não veio de um dia para o outro. Ao longo de aproximadamente seis meses notei uma instabilidade geral no produto, pequenas coisas que antes funcionavam sem pensar e passaram a exigir conferência manual. Dispositivo que não recebia perfil, grupo que demorava a sincronizar, comando de instalação que precisava ser repetido. Nada catastrófico isoladamente, mas o conjunto foi minando a confiança. Quando você administra dezenas de máquinas, o custo de duvidar da ferramenta toda semana é maior do que qualquer economia de licença. Foi nesse momento que a pergunta sobre Mosyle entrega resultado em suporte e estabilidade deixou de ter uma resposta automática para mim. A integração com o Google Workspace que suspendia usuários sozinhos Há duas semanas a integração do Mosyle com o Google Workspace Directory simplesmente parou de funcionar como deveria. No começo foi um incômodo controlável, porque afetava o onboarding de novos colaboradores e a manutenção dos grupos de usuários. Eu conseguia contornar criando as regras na mão e conferindo listas duas vezes por dia. Depois piorou de forma que eu nunca tinha visto em um MDM. A integração quebrada passou a suspender usuários de forma aleatória e a omitir grupos inteiros da sincronização. O efeito prático é que pessoas perdiam acesso e aparelhos perdiam privilégios e perfis, sem nenhuma ação nossa. Do lado do Mosyle, o problema foi reconhecido como sendo deles. Do lado de cá, duas semanas se passaram e continuamos sem resolução, administrando um ambiente em que a permissão de alguém pode cair no meio do expediente. Para quem trabalha com segurança e conformidade, isso não é bug chato, é risco operacional. É o tipo de falha que faz qualquer avaliação sobre Mosyle entrega resultado em suporte e estabilidade pender de vez para o lado negativo, porque a ferramenta deixa de ser previsível. Suporte sem nome, sem e-mail e sem escalonamento real Se o produto já me incomoda, o atendimento consegue ser pior. Cada ciclo de resposta parece seguir um roteiro de um dia útil de espera, sempre com a mesma justificativa de escalonamento para o time de engenharia. Você responde, espera, recebe uma confirmação genérica, espera de novo. Em duas semanas de incidente aberto, nenhuma pessoa assumiu o caso pelo nome. O detalhe que mais me incomodou é simbólico, mas diz muito: gente da empresa escondendo endereço de e-mail. Entre todas as integrações SaaS que usamos, o Mosyle é a única em que não existe contato com alguém identificável e não há como escalar para fora do sistema de tickets. Em qualquer outro fornecedor crítico eu tenho um nome, um telefone e uma reunião marcada quando o problema passa de alguns dias. Aqui eu tenho uma fila. Quem depende de MDM para manter a operação de pé sabe o peso disso. Minha recomendação anterior, feita com entusiasmo, virou o oposto, e ela coincide com avaliações positivas que li há mais de um ano e que hoje descrevem um produto que não existe mais. Fechei meu ciclo com o Mosyle convencido de que a ferramenta parou de acompanhar o próprio crescimento. O que era simples e confiável virou uma fonte de chamados, e o suporte transformou um problema técnico em desgaste de relacionamento. Se você está no começo de uma avaliação de MDM, meu conselho é testar Kandji ou Jamf antes de assinar contrato, porque migrar depois, com a frota inteira provisionada, custa muito mais caro do que parece. Eu fui de defensor a anti-recomendação em poucos meses, e não pretendo voltar.

KL
Kelly Littlepage·via trustpilot
Ver avaliação

Como Mosyle atua em meu cadastro travou duas vezes

Quem me pergunta se Mosyle entrega resultado em suporte e estabilidade hoje recebe de mim uma resposta direta: não, pela minha experiência. Tentei criar minha conta duas vezes, enviei capturas de tela e informações confidenciais nas duas vezes e, nas duas vezes, o contato simplesmente parou. Não houve suporte, não houve retorno, não houve explicação. Escrevo este relato como gestor de TI que tentou colocar o Mosyle na operação e saiu com a sensação de ter entregado dados sensíveis de graça. Meu Cadastro no Mosyle Travou Duas Vezes Sem Explicação Meu primeiro contato com o Mosyle foi em um processo de cadastro comum, daqueles que qualquer MDM exige antes de liberar o ambiente para avaliação. Demorei um pouco para responder às primeiras mensagens, admito, e por isso dei o benefício da dúvida quando o retorno não veio. Atribuí o silêncio à minha própria lentidão e decidi recomeçar do zero com uma conta nova, acreditando que o problema tinha sido meu e que o Mosyle merecia uma segunda chance. A segunda tentativa seguiu exatamente o mesmo roteiro do primeiro cadastro no Mosyle: resposta educada pedindo capturas de tela adicionais e informações confidenciais, envio imediato de tudo por minha parte e, depois disso, silêncio absoluto. Foi quando percebi que o padrão não era acidente. Um processo de onboarding que se repete igual nas duas vezes, inclusive no tipo de dado solicitado, indica um fluxo engessado e não uma exceção pontual. Como responsável por avaliar ferramentas para a equipe, preciso de previsibilidade mínima, e o Mosyle não entregou nem isso. O cadastro não andou, o ambiente não foi liberado e eu fiquei sem qualquer visibilidade sobre o status da minha solicitação dentro do Mosyle. O Suporte do Mosyle Sumiu Justamente na Etapa Mais Sensível O ponto que mais me incomodou não foi a demora em si, foi o momento em que ela aconteceu. As duas vezes em que o Mosyle parou de responder foram imediatamente depois de eu enviar materiais sigilosos, e isso muda a natureza da conversa. Não se trata mais de um atendimento lento, trata-se de um processo que coleta documentação sensível e não oferece contrapartida nem protocolo de acompanhamento. Não recebi número de ticket, não recebi prazo, não recebi nem um e-mail automático dizendo que o caso estava em análise. Fiquei sem saber quem era o responsável pelo meu cadastro no Mosyle, se os arquivos tinham sido armazenados, por quem, por quanto tempo ou se seriam descartados depois da análise. Para quem trabalha com TI e lida com compliance no dia a dia, essa ausência de rastro é um sinal vermelho grande. Um fornecedor de gestão de dispositivos deveria ser exemplo de controle, registro e transparência, e o Mosyle fez o contrário: pediu confiança sem oferecer nenhuma evidência de processo. Se o canal de pré-venda funciona assim, não existe motivo razoável para acreditar que o suporte pós-contratação será diferente. Dados Confidenciais Enviados ao Mosyle Sem Nenhuma Prestação de Contas Já enviei informações confidenciais ao Mosyle duas vezes e até hoje não sei o que aconteceu com elas. Isso, para mim, é o resumo da experiência. Nenhuma empresa deveria solicitar capturas de tela internas e dados sigilosos durante um cadastro sem deixar claro o motivo de cada pedido, o fluxo de aprovação e o caminho de descarte dessas informações. Nas duas tentativas, o pedido chegou por mensagem simples, sem formulário seguro, sem política anexada e sem qualquer confirmação posterior de recebimento por parte do Mosyle. Quando tentei retomar o contato, o retorno que tive foi o silêncio. Quem avalia um MDM precisa pensar no que acontece depois da assinatura, quando um dispositivo é perdido, um usuário é desligado ou uma auditoria chega sem aviso. Se o cadastro no Mosyle já funciona dessa forma, não consigo imaginar a fila de atendimento durante um incidente real com dados de clientes envolvidos. Prefiro não descobrir na prática, e é justamente por isso que interrompi a avaliação aqui. Resumo do meu veredito: não recomendo o Mosyle para quem espera suporte profissional e prestação de contas. Foram duas tentativas, dois cadastros, duas coletas de informação confidencial e zero retorno útil. Se você está pesquisando se Mosyle entrega resultado em suporte e estabilidade para a sua empresa, considere este relato como um alerta sobre o processo comercial e sobre a forma como a empresa trata os dados de quem está apenas tentando avaliar a ferramenta. Eu não sigo adiante, e quem valoriza governança deveria pensar duas vezes antes de enviar qualquer documento.

Mosyle: meu veredito após falhas na rotina técnica

Mosyle entrega resultado em suporte e estabilidade? Na minha experiência, não. É um MDM com recursos realmente bons para gerenciar iPads e iPhones, mas o suporte ao cliente destrói qualquer vantagem técnica. Fiquei meses com tickets abertos, sem prazo e sem ninguém assumir a responsabilidade pelos erros da própria plataforma. Enquanto a empresa direciona energia para adquirir outros produtos, o serviço principal continua instável e inconsistente. Para o meu cenário, hoje, a resposta é buscar outra ferramenta de MDM. O Mosyle gerencia bem os dispositivos, até o dia em que algo quebra Preciso ser justo: como plataforma, o Mosyle entrega bastante. A gestão de dispositivos iOS é completa, os perfis de configuração funcionam, o controle de aplicativos é prático e a aplicação de políticas em lote economiza tempo em operações com muitos aparelhos. Em operação normal, é um produto que impressiona e que qualquer administrador de frotas iOS gostaria de ter no dia a dia. O problema aparece quando a plataforma falha. E ela falha. Recursos que deveriam funcionar simplesmente param de responder, configurações que já estavam aplicadas voltam atrás e o comportamento do sistema fica inconsistente entre um dia e outro. Nesse momento, todo o ganho de produtividade que o Mosyle proporciona some, porque você passa a gastar horas tentando entender o que mudou e por que mudou. Foi essa a virada na minha avaliação. Um MDM existe justamente para dar previsibilidade, e a sensação que fica é de que o produto cresceu em funcionalidades antes de amadurecer em estabilidade. Quando você depende do Mosyle para manter a operação rodando, cada atualização vira uma aposta. E quando a aposta dá errado, você descobre rapidamente o tamanho do problema que é não ter um suporte à altura. Tickets abertos por meses: como é o suporte do Mosyle na prática O suporte é o ponto que me fez desistir. Abri chamados que ficaram meses sem resolução, com a mesma resposta padrão repetida: os desenvolvedores estão analisando o problema e vão atualizar quando tiverem algo. Só isso. Sem prazo, sem diagnóstico, sem um responsável claro do outro lado. Durante esse período, o que mais me incomodou foi a postura de transferir a culpa. Antes de admitir que o defeito estava no próprio sistema, eles levantam todas as hipóteses possíveis do seu lado: sua rede, sua configuração, seu certificado, seus perfis, o dispositivo do usuário. Você refaz testes, envia logs, conversa com várias pessoas diferentes. Uma equipe inteira consumindo horas e mais horas em um problema que, no fim, era do Mosyle. E o desfecho é o que mais irrita. Quando eles finalmente encontram a falha no próprio sistema e corrigem, não existe pedido de desculpas, não existe reconhecimento pelo tempo perdido, não existe nenhuma compensação pelo esforço que você e seu time fizeram seguindo pistas erradas. O ticket simplesmente fecha. A impressão que fica é que a empresa trata o cliente como quem precisa provar que o erro existe. Com 300 usuários travados, a prioridade do Mosyle não foi o cliente No meu caso, cheguei a ter cerca de 300 usuários sem conseguir acessar os dispositivos ao mesmo tempo. Trezentas pessoas paradas, impacto direto na operação, e do outro lado a sensação de que isso não era urgente para ninguém. Não houve escalonamento, não houve comunicação proativa, não houve um plano de contingência apresentado pela fornecedora. Esse é o tipo de situação em que um bom suporte faz diferença real. Uma empresa que assume o problema rapidamente, comunica o status e trabalha em conjunto com o cliente. O que encontrei foi o contrário: um suporte que trata chamados críticos como chamados comuns e deixa a fila andar no ritmo que interessa a eles. Some a isso o cenário mais amplo da empresa, que parece concentrar atenção em adquirir novos produtos enquanto o serviço principal segue com falhas e atendimento lento. Para quem está do lado do cliente, isso soa como abandono do núcleo do negócio. Enquanto não existir um Mosyle que assuma os próprios erros com transparência e prazo, não consigo recomendar a plataforma para operações sérias. O Mosyle tem capacidade técnica para ser um excelente MDM, e isso torna a decepção ainda maior. O que falta não é recurso, é maturidade de suporte e responsabilidade sobre o próprio sistema. Se a sua operação depende de estabilidade e de um atendimento que responda em horas, e não em meses, vale considerar outras opções antes de fechar contrato. Minha recomendação hoje é avaliar com cuidado, testar o suporte antes de escalar a frota e procurar no mercado uma solução que trate o cliente como parceiro, não como alguém que precisa provar que o bug existe.