Fly.io

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por Fly.io

Fly.io: execução distribuída de aplicações. Usa Fly Machines para executar serviços com configurações ajustadas à aplicação. Publica aplicações empacotadas para simplificar o transporte entre ambientes.

Fabricante
Fly.io
Website
Categoria
Cloud e Infraestrutura
Departamento
Engenharia

Visão Geral da Solução

Fly.io é uma solução de execução distribuída de aplicações. Usa Fly Machines para executar serviços com configurações ajustadas à aplicação. Publica aplicações empacotadas para simplificar o transporte entre ambientes. Entre seus recursos, distribuição por regiões: permite escolher locais de execução próximos dos públicos atendidos pelo serviço; armazenamento persistente: disponibiliza volumes para dados que precisam permanecer entre reinicializações; ferramentas de linha de comando: automatiza implantação e administração dos serviços por comandos e configurações; rede de aplicações: conecta serviços e expõe aplicações conforme as necessidades de comunicação do projeto. No uso empresarial, Fly.io deve ser avaliado em um fluxo real, com responsáveis definidos e indicadores que permitam comparar a situação anterior e os resultados da adoção. A documentação oficial orienta a implantação; a disponibilidade de APIs, conectores e permissões precisa ser conferida para a edição e o plano escolhidos. Antes de enviar dados sensíveis, a equipe deve revisar retenção, acesso, localização de processamento e condições contratuais. Recursos assistidos por inteligência artificial, quando disponíveis, exigem validação humana dos resultados. Pelo Nexforce Marketplace, a empresa pode solicitar uma proposta e confirmar escopo, suporte, condições de faturamento local e custo total de propriedade, sem presumir que todas as modalidades estejam incluídas.

Saiba mais sobre Fly.io

5 tópicos · 4 min de leitura
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01O que é o Fly.io e para que serve?02Quanto custa o Fly.io?03Quais são os principais recursos do Fly.io?04O Fly.io vale a pena? Prós e contras05Quais são as alternativas ao Fly.io?

O que é o Fly.io e para que serve?

O Fly.io é uma plataforma de nuvem que executa aplicações em Machines, máquinas virtuais iniciadas sob demanda, em regiões que o usuário escolhe, e cobra por segundo de execução. Serve a desenvolvedores e equipes que querem publicar aplicações e bancos de dados perto dos usuários sem administrar servidores físicos.

Cada aplicação roda em uma ou mais Machines. Os dados que precisam sobreviver a reinicializações ficam em Fly Volumes, discos NVMe presos a um servidor físico. As aplicações de uma mesma organização conversam por uma rede privada IPv6 baseada em WireGuard, e a administração é feita pela linha de comando e por uma API de Machines.

O Fly.io não tem plano gratuito para organizações novas: o uso é cobrado pelo que roda, e o suporte além da comunidade é vendido à parte, em três planos.

As informações vêm da documentação e das páginas de preço do próprio fornecedor.

Quanto custa o Fly.io?

O Fly.io cobra por uso, sem plano fixo e sem camada gratuita para organizações novas. As Machines são cobradas por segundo enquanto rodam, e o preço de lista de uma shared-cpu-1x com 256 MB é de US$ 0,0030 por hora, ou US$ 2,19 por mês.

Os demais itens, em dólares:

  • Volumes: US$ 0,15 por GB por mês de capacidade provisionada, inclusive quando a Machine ligada a ele está parada.
  • Snapshots de volume: US$ 0,08 por GB por mês, com os primeiros 10 GB grátis a cada mês.
  • Saída de dados para a internet: US$ 0,02 por GB na América do Norte e na Europa, mais caro em outras regiões. A entrada é grátis.
  • Rede privada entre regiões: US$ 0,006 por GB na América do Norte e na Europa.

O suporte é opcional, e a comunidade é atendida sem custo. Os planos pagos são Standard (US$ 29 por mês), Premium (US$ 199 por mês) e Enterprise (a partir de US$ 2.500 por mês). Há ainda um complemento de conformidade a US$ 99 por mês.

Preços de lista publicados pelo fornecedor, consultados em outubro de 2026. Pela Nexforce Marketplace o Fly.io pode ser contratado em reais, com nota fiscal brasileira.

Quais são os principais recursos do Fly.io?

Os principais recursos do Fly.io são as Machines iniciadas sob demanda, a escolha de regiões, os volumes NVMe, a rede privada entre aplicações e a administração por linha de comando e API.

  • Fly Machines: máquinas virtuais cobradas por segundo de execução, que podem ser iniciadas e paradas conforme o tráfego.
  • Regiões: a aplicação roda nas regiões que o usuário escolhe, e a rede interna permite endereçar as Machines de uma região específica por nomes terminados em .internal.
  • Fly Volumes: disco NVMe preso ao servidor físico da Machine. Cada volume pertence a um aplicativo e só se liga a uma Machine por vez.
  • Rede privada (6PN): rede IPv6 baseada em WireGuard entre as aplicações de uma organização. Redes privadas personalizadas isolam, por exemplo, clientes diferentes.
  • Flycast e Fly Proxy: roteiam o tráfego interno pelo proxy, com balanceamento de carga e início e parada automáticos das Machines conforme o tráfego.
  • Linha de comando e API: a CLI do Fly.io e a API de Machines automatizam a criação e a administração dos serviços.

O Fly.io vale a pena? Prós e contras

O Fly.io vale a pena para quem quer rodar aplicações perto dos usuários com cobrança por segundo e rede privada entre serviços; exige mais trabalho de infraestrutura que plataformas de hospedagem que escondem os servidores.

Prós:

  • Cobrança por segundo de execução das Machines, sem plano fixo.
  • A entrada de dados é grátis, e a saída custa US$ 0,02 por GB na América do Norte e na Europa.
  • Rede privada IPv6 entre as aplicações da organização, sem configuração extra, e redes personalizadas para isolar clientes.
  • Início e parada automáticos das Machines conforme o tráfego, pelo Fly Proxy e o Flycast.

Contras:

  • Organizações novas não têm camada gratuita nem franquia mensal de uso.
  • Um volume fica preso a um servidor físico e só liga a uma Machine por vez, então replicar dados entre Machines fica por conta da aplicação.
  • O volume é cobrado mesmo com a Machine parada, a US$ 0,15 por GB por mês.
  • Suporte além da comunidade é pago: Standard a US$ 29 por mês, com resposta de primeira em 36 horas, e Premium a US$ 199 por mês.

Quais são as alternativas ao Fly.io?

As principais alternativas ao Fly.io são Vercel, DigitalOcean, Cloudflare e Amazon Web Services, que variam entre hospedagem de front-end, servidores simples e nuvem completa.

  • Vercel: hospedagem de front-end com funções serverless; o foco é publicar aplicações web, enquanto o Fly.io roda processos de longa duração em máquinas virtuais. O blog do Fly.io compara preços com a Vercel, a Render e o Heroku.
  • DigitalOcean: servidores virtuais (Droplets) e uma plataforma de aplicações com preço mensal previsível; a conta é por recurso provisionado e não por segundo de execução.
  • Cloudflare: Workers executam código na borda da rede, mais perto do usuário que uma região de nuvem, mas em um modelo de execução diferente de uma máquina virtual comum.
  • Amazon Web Services: catálogo muito maior de serviços de computação, banco e rede, com mais opções e mais configuração que o Fly.io.

Quem quer publicar um aplicativo rapidamente costuma comparar Fly.io e DigitalOcean; quem precisa de muitos serviços gerenciados tende à Amazon Web Services. Simule o mesmo aplicativo nas duas plataformas.

Principais Benefícios

Capacidades essenciais que geram resultados para o seu negócio

Máquinas de execução

Usa Fly Machines para executar serviços com configurações ajustadas à aplicação.

Implantação de contêineres

Publica aplicações empacotadas para simplificar o transporte entre ambientes.

Distribuição por regiões

Permite escolher locais de execução próximos dos públicos atendidos pelo serviço.

Armazenamento persistente

Disponibiliza volumes para dados que precisam permanecer entre reinicializações.

Ferramentas de linha de comando

Automatiza implantação e administração dos serviços por comandos e configurações.

Rede de aplicações

Conecta serviços e expõe aplicações conforme as necessidades de comunicação do projeto.

Documentos e Termos

Materiais de apoio e termos legais desta solução

Documentação e orientações de Fly.io

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Recursos de implantação e uso de Fly.io

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Termos de Uso

Consulte os termos de uso e a política de privacidade do Fly.io.

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Perguntas Frequentes

Fly.io é uma solução de execução distribuída de aplicações. Usa Fly Machines para executar serviços com configurações ajustadas à aplicação. Publica aplicações empacotadas para simplificar o transporte entre ambientes.

Os recursos incluem máquinas de execução; implantação de contêineres; distribuição por regiões; armazenamento persistente; ferramentas de linha de comando; rede de aplicações. A disponibilidade e os limites de cada recurso devem ser conferidos na documentação e na edição de Fly.io escolhida.

Comece com um projeto piloto de execução distribuída de aplicações, usando dados adequados ao teste e critérios de sucesso definidos. Confira os requisitos, as opções de integração e as permissões na documentação oficial; depois valide o fluxo com a equipe responsável antes de ampliar o uso.

Antes de usar Fly.io com dados da organização, confira as políticas de acesso, retenção, privacidade e tratamento de informações. Verifique as condições específicas do plano e do contrato, restrinja permissões ao necessário e submeta resultados automatizados à revisão adequada ao risco.

Consulte o fornecedor e solicite uma proposta pelo Nexforce Marketplace para confirmar a disponibilidade de Fly.io, o plano e o escopo necessários. Compare licenciamento, consumo, implantação e suporte no custo total, além das condições de faturamento, moeda e documentação fiscal previstas na proposta.

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Avaliações da Solução

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Como o Fly.io simplifica o deploy com um só Dockerfile

O Fly.io é, na minha avaliação, o provedor serverless mais simples que já usei: o deploy sai de um único Dockerfile, o certificado SSL da Let's Encrypt vem sem custo e sem configuração, e o cold start fica em torno de 7 segundos. Uso o Fly.io com foco em usuários recorrentes e picos de tráfego, e essa combinação resolve a minha rotina técnica sem exigir uma pilha de configuração extra. Deploy com um único Dockerfile e certificado SSL automático O ponto que me fez ficar no Fly.io foi a simplicidade da implantação. Eu aponto um Dockerfile, faço o deploy e a aplicação sobe. Não existe uma sequência de telas de configuração, nem um painel cheio de abas para preencher antes de colocar algo no ar. O certificado SSL da Let's Encrypt vem sem custo e já sai funcionando, o que para mim elimina uma etapa que normalmente consome tempo em outros provedores. Essa economia de passos muda a rotina de quem publica com frequência. Como o processo é curto, eu consigo repetir o deploy sem medo, testar uma alteração e voltar atrás se algo não funcionar, sem precisar montar um pipeline elaborado só para isso. Na prática, a distância entre ter uma ideia e ver a aplicação rodando cai bastante. Também entendo por que parte das avaliações negativas aparece. Muita gente chega esperando algo no nível de Wix ou Shopify, com tudo pronto e nenhuma decisão técnica pela frente. O Fly.io não é esse tipo de produto. Ele pede que você saiba o que é um Dockerfile e como sua aplicação sobe, e devolve essa exigência em forma de controle e previsibilidade. Cold start de aproximadamente 7 segundos e o risco de timeout O primeiro cold start que medi levou cerca de 7 segundos, e reconheço que esse tempo tem potencial para causar timeout em requisições mais impacientes. É o tipo de detalhe que aparece justamente quando a instância está parada e alguém chega de fora. Não vou fingir que é instantâneo, porque não é. Do ponto de vista de negócio, porém, isso quase não me afeta. Meu foco está em usuários recorrentes e em picos de tráfego. Usuário recorrente raramente encontra a aplicação fria, e o pico, por definição, mantém instâncias ativas por tempo suficiente para diluir o custo do primeiro acionamento. O caso que sofre é a visita solitária e esporádica, que é exatamente a que menos pesa no meu resultado. Se o seu cenário for de tráfego raro, com um visitante chegando de vez em quando, vale medir antes de assumir que o cold start vai incomodar. No meu caso, a conta fechou a favor do Fly.io, e o tempo de acionamento virou um detalhe que eu conheço e monitoro, não um bloqueio. Indisponibilidade ocasional e o balanceamento entre provedores O Fly.io enfrenta algum downtime de tempos em tempos. Não escondo isso, e é o principal motivo pelo qual não coloco todos os meus ovos na mesma cesta. Eu tolero essas janelas porque faço balanceamento de carga entre outros provedores de nuvem, então uma instância fora do ar não derruba a operação inteira. Quando o Fly.io oscila, o tráfego simplesmente segue por outro caminho. Essa escolha de arquitetura muda a conversa. Se você depende de um único provedor e espera disponibilidade absoluta sem redundância, qualquer oscilação vira incidente. No meu caso, a indisponibilidade ocasional é um risco que eu já precifiquei e que o balanceamento cobre. O Fly.io continua sendo minha escolha padrão para subir aplicação em container, com a rede de outros provedores como retaguarda. Por isso discordo da nota baixa que o provedor recebe. Boa parte das reclamações parece vir de quem não tem bagagem técnica suficiente e espera um construtor de sites, não uma plataforma serverless. Para quem sabe o que está fazendo, o Fly.io é um dos provedores mais simples e completos que existem hoje. Depois de passar por esse ciclo, minha conclusão é que o Fly.io entrega o que promete: deploy a partir de um Dockerfile, SSL gratuito da Let's Encrypt e cold start curto o bastante para não atrapalhar quem tem usuários recorrentes e picos de tráfego. As oscilações existem e o balanceamento entre provedores resolve. É o provedor serverless mais simples que já usei, e por isso continuo recomendando sem ressalva para quem tem perfil técnico e não espera um construtor de sites pronto.

Fly.io: hospedagem estável para bot no Discord

Uso o Fly.io para hospedar meu bot de Discord em um container Docker e o que me conquistou foi a combinação de estabilidade com um modelo de cobrança por uso que dispensa faturas de valor baixo. Não existe plano gratuito de verdade, e isso ficou claro para mim desde o começo, então configurei o arquivo fly.toml com atenção antes de subir qualquer coisa. A hospedagem em container no Fly.io é estável e previsível no meu caso. Estabilidade do bot de Discord rodando em container no Fly.io Meu bot de Discord é um projeto custom, feito para as necessidades do meu próprio servidor, e por isso eu precisava de um host que aceitasse rodar exatamente o que eu escrevi dentro de um container Docker. No Fly.io isso funcionou sem adaptação estranha: empacotei a aplicação, subi a imagem e o bot passou a rodar de forma contínua. O ponto que mais me importa é a estabilidade, porque um bot de Discord que cai no meio de uma interação simplesmente não serve. Desde que coloquei o container no Fly.io, não tive surpresa com o processo sumindo, e essa constância é o motivo principal de eu continuar usando a plataforma para esse tipo de carga. Para quem mantém um bot próprio, é um alívio não precisar ficar vigiando o painel a todo momento. Modelo por uso e o cuidado com o arquivo fly.toml Um detalhe que aparece em várias avaliações e que eu confirmei na prática é que o plano gratuito do Fly.io não existe. O que existe é um modelo por uso, e a parte boa é que faturas de valor baixo são dispensadas, o que na prática deixa o custo do meu bot em container bem tranquilo. Só que isso não é desculpa para sair clicando em qualquer configuração. É preciso saber o que você está fazendo e ajustar o arquivo fly.toml de acordo, porque é ali que ficam definidos os recursos da aplicação. Aprender a ler esse arquivo com calma foi o que evitou que eu provisionasse coisa demais para um bot pequeno. A cobrança por uso, combinada com a dispensa de faturas pequenas, foi o que me fez escolher o Fly.io em vez de um host de preço fixo. Integração com o GitHub e a experiência de uso no painel A integração com o GitHub é uma das partes mais confortáveis da plataforma. Meu código do bot de Discord já vivia em repositório, e conectar esse repositório ao Fly.io tornou o fluxo de publicação muito mais direto do que copiar arquivos para um servidor por conta própria. Também gostei da experiência de uso como um todo: a interface é limpa, as informações aparecem onde você espera e o painel não exige um tutorial inteiro para fazer o básico, o que ajuda bastante quem mantém o projeto sozinho. Integração boa, para mim, é aquela em que você configura uma vez e depois só acompanha o resultado, e foi essa a sensação que tive ao ligar o GitHub ao Fly.io para publicar as mudanças do bot custom que eu mantenho em container. Nada no painel me pareceu confuso ou escondido atrás de menus demais. No fim, o saldo com o Fly.io é muito positivo: estabilidade para o meu bot de Discord, um modelo de cobrança por uso que dispensa faturas pequenas e uma integração com o GitHub que simplifica a publicação. O único cuidado real é entender que não há plano gratuito e configurar o fly.toml com consciência. Quem aceita essa etapa encontra uma hospedagem de container honesta e previsível para projetos custom como o meu, e eu recomendo para esse perfil de uso.

DV
Dave Van Cauwenberghe·via trustpilot
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Fly.io para deploys Node.js: serverless sem cold start

Uso o Fly.io há quase dois anos para subir protótipos de aplicações Node.js, e o resumo é este: escrevo um Dockerfile, faço o deploy e o serviço roda sem cold start. Depois de passar por Lambda, Cloud Run, CF Pages, CF Workers, Netlify, Vercel, Heroku e DigitalOcean, é para o Fly.io que eu sempre volto, porque ele entrega o melhor do serverless sem esconder a infraestrutura de quem está colocando código em produção. Controle da infraestrutura sem abrir mão do serverless O que me fez ficar é o equilíbrio entre serverless e controle. A maioria dos provedores tenta abstrair a infraestrutura demais, e quando algo quebra você fica sem saber onde olhar. No Fly.io eu escrevo um Dockerfile e faço o deploy, e o resto é comigo: o container que roda é exatamente o que eu montei. Isso muda o jogo quando estou testando um protótipo Node.js que precisa de uma biblioteca de sistema específica ou de uma variável de ambiente que não se encaixa no modelo engessado de uma função. Já rodei esse mesmo tipo de aplicação em Lambda, no Cloud Run do GCP, em CF Pages, CF Workers, Netlify, Vercel, Heroku e DigitalOcean, e nunca fiquei totalmente satisfeito com nenhum deles. O Vercel tem a melhor experiência de desenvolvimento na minha opinião, e mesmo assim eu continuava voltando para o Fly.io. A diferença é que aqui não existe mágica escondida e nem frescura: o que você escreve no Dockerfile é o que sobe, e o que sobe é o que você consegue inspecionar depois. Para quem já se queimou com abstração demais, isso é alívio. Cold start não aparece nas aplicações Node.js A velocidade é o ponto que mais me impressiona e eu não consigo enfatizar isso o suficiente. Não tem cold start. Nas funções serverless tradicionais, aquela primeira requisição depois de um período ocioso sempre vinha com atraso, e em protótipo de cliente isso aparece na hora, na frente de quem está avaliando a entrega. No Fly.io a aplicação responde rápido desde a primeira chamada, do jeito que eu esperava que o serverless funcionasse desde o começo. Também não tem aquela sensação de estar brigando com limites invisíveis de execução. Como o container está sempre de pé, o comportamento é previsível, e eu consigo explicar para quem está do outro lado por que a latência é aquela e não outra. Para o tipo de trabalho que faço, subir protótipo de aplicação Node.js para validar uma ideia rápido, essa previsibilidade vale mais do que qualquer painel bonito ou fluxo de configuração cheio de etapas. O deploy é curto e o retorno é imediato. Monitoramento simples, sem página 500 sem log O monitoramento é simples e resolve. Com o CF Workers eu perdi a conta de quantas vezes recebi a página 500 do Cloudflare sem nenhum log aparecendo, tendo que abrir chamado no suporte para tentar entender o que tinha acontecido. No Fly.io o log está ali, o deploy mostra o que subiu, e quando algo falha eu consigo investigar sozinho em vez de depender de um atendimento que demora a responder. Não estou dizendo que a estrada foi lisa. Em quase dois anos teve altos e baixos, foi um caminho acidentado em alguns momentos, e isso é esperado de um provedor mais novo. Mas os tropeços nunca foram do tipo que me fizesse querer voltar para as alternativas. O que falta hoje é um serviço de Postgres totalmente gerenciado; se existisse, eu migraria toda a stack dos meus clientes para o Fly.io sem pensar duas vezes. Depois de tanto tempo testando infraestrutura de deploy, o Fly.io virou o padrão para o qual eu retorno sempre que preciso colocar um protótipo Node.js no ar com velocidade e sem cold start. Continuo acompanhando as idas e vindas do provedor de perto, torcendo para que o Postgres gerenciado chegue e feche a última peça que falta. Como cliente satisfeito, a intenção é seguir usando em todos os projetos de clientes que passarem pela minha mão.

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